terça-feira, 18 de abril de 2017

Transição Capilar - Cortei as madeixas!

Olá pessoas!

Continuo firme e forte na transição capilar e por isso resolvi cortar aquelas pontas que nem as tranças seguravam. Quando não faço nada no cabelo ele fica liso e escorrido, mas a raiz inchada, daí recorro à texturização e vou me reconhecendo e acostumando com o MEU cabelo.
Estranho não é?
Mas é verdade...

Semana passada comprei  a máscara Multifunções da Haskell de Mandioca para ver se seguro a hidratação dele e ajuda no crescimento. Olha, realmente, os produtos da Haskell são meus queridinhos pois o cabelo responde bem aos produtos.


Continuo usando o shampoo bomba da Shalon para potencializar o crescimento dos cachos e não sei se é empolgação, mas eu acho que andou crescendo nesse último mês.. rsrs..

Veremos com o passar do tempo.
Meu cabelo sempre foi muito ruim para crescer.. =/

Mas.. as fotos meu povo!
Tô tentando e não vou desistir!







segunda-feira, 27 de março de 2017

Transição Capilar - Texturizando com Tranças!



Imagine uma pessoa mega feliz?!
Eu!
No domingo, 26/3/17, resolvi testar a texturização no cabelo em transição e como há tempos que não passava guanidina dele, não é pegou forma? Nos últimos dois anos eu passei só selagem, aquela escova marroquina... Com isso, o estrago no cabelo não foi tão grande!
Fiz tranças, mas as pontas não seguraram nada!
Mas já sei onde posso cortar para seguir com a transição e fazendo texturização até o BC! =)
BC (Big Chop) previsto inicialmente para dezembro, ou quiçá antes... Julho?! rsrs

Usei o Yamasterol (amarelinho) com água no borrifador...depois que secou um pouco, daí fiz as trancinhas e dormir com elas... não incomodou nada. Sério!


A última química (selagem) que fiz no meu cabelo foi no dia 07 de dezembro de 2016 (não vale tintura porque aqui cabelo branco é mato.. rsrsrs.. só cresce!).. Ou seja, estou caminhando para o 5º mês de transição e só cresceu de fato 3 dedos de cabelo.. mais ou menos uns 3 centímetros porque meu cacho é 3B com 3C e o fator encolhimento é fato!

Enfim, chega de conversa! Olhem as fotos da texturização!


As pontas com resquícios de guanidina e isso nem a trança segurou.. pensa!


Hoje pude entender porquê na transição de 2014 não rolou, muita guanidina no cabelo e nada segurava! Nem trança! Não tinha como texturizar.. =(

Aqui o link do texto que me inspirou:

http://cacheia.com/2015/01/6-motivos-para-nao-passar-muito-tempo-em-transicao-e-fazer-logo-o-bc/

sexta-feira, 24 de março de 2017

DYI - Faça Você Mesma!


Pessoas,



Como desenvolvi o um lado artesão.. rsrs...
Criei um Instagram com meus feitos, já que vou mudar para meu apartamento novo e tudo isso têm me motivado à produzir arte!
Paletes, papel, pintura, colagens.. é de tudo um pouco!
E eu amo isso...
Procurar novidades na Internet e principalmente, FAZER!

Compartilharei aqui algumas das minhas artimanhas e tem mais aqui!

Olha lá... segue e comenta! <3 p="">

Vou tentar a transição capilar... DE NOVO!


Cachos..
falei sobre isso por aqui em 2014 e provavelmente vou recorrer ao blog para desabafar.
E mais uma vez vou tentar a transição e bem convicta que irei conseguir, pois estou bem comigo mesma e confiante em mostrar a Poliana de cachos que minha mãe adora...
Primeiro passo foi lembrar como era meu cabelo... E ele era lindo, quando eu desisti, eu não tinha encontrado minhas fotos com cabelo solto, porque eu realmente não usava meu cabelo solto!
Como não tinha muitas fotos com ele solto, por N motivos que falarei logo abaixo, encontrei essas abaixo no meu DropBox.
Não reparem a gordura da pessoa.. Foco nos cachos!
Essas fotos datam de 2006, 11 anos com química nesse cabelo meu povo.. 11 anos! Tinha apenas meus 20 anos e queria me encaixa na sociedade.. simples assim! =(




Daí, lendo o blog Cabelo Afro percebi que meu cabelo é uma mistura de 3B com 3C! Ok. Temos que saber com quem estamos lidando.. rsrs
E olha que nessas fotos aí têm resquícios daqueles alisantes de antigamente..
Agora é vida nova.. As pessoas incentivam e agora temos produtos específicos! Isso é muito revolucionário e me deixa super feliz e motivada.
Já percebi o que tenho que fazer: cuidar, né fia?! hahahaha e ter paciência!
E digo (e repito), estou confiante e se precisar faço BC antes de sofrer com as duas texturas... Daí aprendo logo a cuidar dos cachos e vou fortalecendo essa vontade de voltar a ser quem eu era..
É tão bom não ter que se preocupar com o dinheiro para fazer selagem, comprar mil produtos..
Na verdade já sonhei umas 4 vezes que eu tinha um super cabelão cacheado.. Sério!!
E, em um dos post do blog Cacheia eu me identifiquei na lata!
Em 2006, não conseguia me adaptar, não sabia cuidar dos meus cachos, o "povo" olhava torto para mim e o quê eu mais escutava dos familiares era: porque você não faz uma escova, porque não alisa?, vai ficar mais bonito, e ainda, que o liso é mais fácil para cuidar e eu como jornalista tinha que está sempre "pronta".
Sério.. você é doutrinada para se odiar, para odiar seu cacho...
E foi assim durante anos..
Todas as minhas fotos são com cabelo preso, com coque, rabo de cavalo e por aí vai..
Volume?? Jamais!
E hoje com tantas inspirações.. Caraca!
Em 2014 não deu e em 2017 será diferente! Vou conseguir!



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Homem depois dos 30: lobo em pele de cordeiro.





Imagine...
Você conhece um cara maravilhoso, divertido, adora conversar, carinhoso, trabalhador, atencioso, ele até cozinha para você, te escuta, conhece sua família e seus amigos, te ajuda em momentos delicados e voilá... depois de algum tempo de "enrolacionamento" você pergunta: vamos namorar ou assumir um compromisso?

- "Não quero namorar agora."
- "Não estou pronto para te oferecer o quê você precisa."
- "Você entendeu tudo errado".
- "Mas eu sempre deixei bem claro que não quero namorar."

Meninas (e meninos) , isso não aconteceu uma ou duas vezes, pois nos últimos 2 anos, os caras que conheci, convivi, criei borboletas no estômago e tudo mais fizeram exatamente isso..

E ao conversar com meus amigos que estão nessa faixa etária, só confirmam que "tem muita mulher no mercado (mais nova) e que não quer compromisso, porque eles vão querer?"...
Não sei em quê século eu cresci e fui criada, mas somos da mesma época, temos a mesma faixa etária e os caras agem como se tivessem 10 anos a menos.
Sério, 2017 será fechado para balanço porque não sei o quê se passa.
Temos aplicativos diversos, temos o happy hour, temos os amigos dos amigos (eu não tenho muitos, pois meus amigos são todos casados).. mas não passa disso.
Os caras estão eternamente na fase de flertar, paquerar e só...
Temos exceções, sim! Há exceção... Mas essa exceção geralmente está mais carente que você.. e digo isso porque eu sou o ser humano que mais cria expectativa! Hahahahaha

Senhor!!
Enfim.. É isso.
O lance é não dar atenção para ninguém e fazer uma coisa útil da sua vida, tipo aquele curso de idiomas que você nunca terminou. Não é mesmo Poliana?

Hahahahaha

Apartamento Novo - A saga: mudando de Condomínio!



Então.
Nem sei por onde começar.
Na semana passada fui na construtora ver o andamento da obra e adivinhem só?!
Meu apartamento estava do mesmo jeito como estava há um ano.
E para piorar: você chega da construtora mais triste do que entrou... 
Entrega do apartamento (para financiar ainda) só depois de Julho. Isso mesmo.. J-U-L-H-O de 2018!! Fiquei sem reação... 
E lá se foi um sorvete, biscoitos, sucos e uma banana. 
Tristeza e nervosismo me dá fome... Esperar né?
....
Mas daí eu não esperei.
Aquilo me incomodou demais, pois eu já estava esperando há dois anos e a obra já havia iniciado em 2013.. Lembrando que estamos em 2017.
Enfim, fui na construtora e todo mundo dizendo: "entra na justiça", "pega o dinheiro de volta", "entra na justiça"... 
Cheguei e bati a real: não quero gastar mais de R$ 10.000,00 por ano com aluguel e no meu caso seria mais ou menos uns R$ 15.000,00.. Vocês permutam? Ou seja, me dê outro aí, eu quero é morar no que é meu (e da Caixa, óbvio.. rsrsrs)!
Por obra divina, na quadra em que moro em Palmas, a mesma construtora estava com Residencial finalizando (um bloco pronto para morar e financiar) e o outro daqui seis meses. O quê eu fiz?
Ohh gente... eu simplesmente aceitei  a permuta por motivos óbvios:


Pós
1 - A planta e o acabamento são os mesmos do apartamento anterior; os mesmos!
2 - O valor que já tinha pago como entrada foi transferido para esse novo apartamento;
3 -  Está prontíssimo para financiar;
4 - Já moro na quadra há dois anos e gostei de viver lá (é calma, tem mercadinho, padaria, lanchonetes à noite, casa de material de construção, academia, petshop, botequinhos, açougues, lavajato... e preço das coisas é mais barato do que no centro);
5 - Condomínio barato;
6 - Não pega sol da tarde (quem mora em Palmas, sabe do quê estou falando);
7 - Não confio muito como estamos indo (o Brasil e a economia) e preferi adiantar e ter meu imóvel;
8 - Salário à beira de congelamento pelo Governo Federal;
9 - Não sei se conseguiria financiar depois porque o INCC seria cobrado até esse ano ainda.
10 - Já temos síndico e regrinhas;
11 - Não tem trânsito no horário de pico.

Contra
1 - Perdi uma salinha de estudo com uns 2.5 m² (que tinha no outro apto);
2 - Não vai ter piscina;
3 - Não vou morar no "centrão" de Palmas;
4 - Possivelmente não terei a bancada na cozinha (construtora está tentando ver isso).

Realmente essas questões do "contra" não me deixam triste e nem desmotivada, não comprei para especular (outros tantos falaram: o outro vai valorizar muito mais). E creio também que não fiz um mal negócio, porque essas são as condições que eu tenho para o momento.
Certa vez eu escutei que: " a melhor hora é quando você pode e nas suas condições".
As fotos do novo Condomínio...




Enfim, agora sou a tia do 004, da Torre IV, mãe do Pedro. 


Apaixonada. <3 span="">








terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Quando me amei de verdade...



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparado, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!


As novas (ou velhas) resoluções de Ano Novo...


Com vocês, 2017!
Não recordo de ter feito resoluções para 2016, 2015, 2014...
Apenas fui seguindo o fluxo e saindo de um estado de depressão. Sim, estive com depressão e nem percebi! A maternidade e todas as consequências em ter assumido ser mãe sozinha me deixou confusa, desnorteada e doente. Não por meu filho, aliás, ele que me deu forças para seguir em frente, mas sim, por todo o preconceito e descaso que mães "solteiras" sofrem todos os dias veladamente, inclusive por seus familiares e amigos!
Em 2014 eu vivi sendo carregada pelo tempo e tentando manter as aparências que tudo estava muito bem obrigada, mas não estava... por dentro eu morria aos poucos e vivia ao aprender amar meu pequeno a cada dia. Até que passei em concurso e mudei de cidade... Voltei para Palmas!
Em 2015, continuei pensando em concursos e todo meu dinheiro era comprometido com isso.. Foi um ano inteiro tentando acertar e ter uma vida (ganhar mais dinheiro) que eu não queria para mim.. Ainda lutando contra meus demônios internos da solidão, do medo e da vergonha. Mas eu tinha que ser a melhor mãe do mundo e me privei de muitas coisas por muito tempo... 
Então, resolvi que tinha que cuidar de mim, do meu coração e procurei ajuda... e encontrei! Deus foi foi suporte diário, nas minhas orações, nos meus pedidos e súplicas.. Todos os dias eu rezava e chorava para aquele sentimento e dor irem embora da minha vida.. As pessoas não me entendiam.
Aí, veio 2016.. Que como a maioria disse, para mim não foi ruim, aliás foi um ano de descobertas e oportunidades, pois descobri que poderia abrir meu coração para o amor novamente (não durou, mas pelo menos eu senti aquelas borboletas novamente), vi que tinha que resgatar minha autoestima (e por isso coloquei o implante mamário e deu muitooo certo), comecei a me exercitar, reativei minha paixão por viajar, comecei a ler mais, a pensar em concursos para a minha área (docência ou jornalista mesmo), voltei a dar aulas como professora voluntária da UFT (onde formei), escrevi artigos e caraca: publiquei um livro! Não necessariamente nessa ordem, mas aconteceu isso tudo! Sim, eu voltei a me amar, me perdoar e principalmente, não me preocupar com o julgamento das outras pessoas, pois elas simplesmente não sabem a vida que tenho e tenho certeza que não vão mover um dedo para me ajudar. Julgar é mais fácil.
Me livrei do rancor e decepção que havia pelo pai do meu filho, coloquei os pingos nos "is" judicialmente falando e pronto, resolvi minha vida... Foi como se tivesse tirado uma manada de elefantes das minhas costas. Tudo aquilo que foi acumulado de 2012 até 2015 ficou lá.. E não vai voltar mais porque não adianta você querer ensinar uma pessoa como ela deve tratar as outras e principalmente, como deve tratar um filho, pois cada um é diferente do outro e cada um só colhe aquilo que plantou, alguns com maior ou menor intensidade. Eu plantei amor e colho todos os dias os amor do meu filho.. Não quero plantar rancor por ninguém, nem por quem merece meu desprezo... não mais! Aprendi a ignorar.
Perdi meu avô também em Outubro.. Ainda não consigo digerir isso ou falar dessa experiência tão próxima com a morte. Eu não consigo analisar.
Só que 2016 também me deu a oportunidade de enxergar as pessoas: como elas se aproximam de você por puro interesse em conseguir algo e como se afastam quando as coisas não começam agradá-las.. Neste ano pude ver, quem se faz de amigo para levar vantagem, quem me usou como escudo para não ver seus próprios fracassos, quem tramou, quem tem o ego exacerbado... Enfim, 2016 foi o ano das mascaras caírem... Graças a Deus!
E mais um aprendizado: não comentar nada da minha vida pessoal, nem trabalho e planos profissionais! Deu super certo.. porém, tenho que aprimorar! Continuar não falando...
Mas, vamos falar de 2017 e da minha vontade de viver esse 2017...
No meu Instagram ele já tem até hastag: #2017dossonhos e será!
Tenho umas resoluções (bem poucas até):
- mudar para meu apartamento novo que tem até Instagram: @meu304;
- finalizar o curso de inglês e reservar dois dias da semana para essas aulas;
- trocar de carro;
- viajar para o exterior;
- continuar estudando.
- ficar mais perto da minha família

São resoluções viáveis.. 
É só manter o foco!
Que venha 2017.. 
E que de todos os anos passados só fiquem as boas lembranças e as boas pessoas..
É isso.

Feliz 2017, dos sonhos! <3 div="">

domingo, 30 de outubro de 2016

Relacionamento, porquê não?

Não estou preparada e nem disposta para namorar com ninguém... Como identifiquei isso?
Nesta semana conversei com o cara com quem estava "ficando"  e meio que apertei ele com um "preciso de algo certo, preciso de segurança, preciso namorar"...  Resultado: afugentei a pessoa. Ele foi, nesses últimos seis anos, a pessoa mais bacana e que bateu o santo comigo.. Estava sendo leve e legal..  E eu,  a insegura da galáxia, com medo de gostar dele e sofrer como o último relacionamento de fato, afugentei.. Enfim. Como cheguei nessa conclusão? Conheci um outro cara no Tinder (sim,  uso o Tinder pq não saio de casa para "caçar") e conversamos.. Conversamos.. Daí saí com ele certo dia. Ele foi reto e direto que queria namorar e tal, algo sério e família e mais: não se preocupava pelo fato de ter filho. Sinceramente? Não era tudo que eu queria  nesses últimos anos? Teoricamente, sim! Mas, com o andar da conversa eu vi todos os meus planos, viagens e projetos (doutorado em Portugal, por exemplo) sendo modificados e transformados porque o tal do relacionamento me cobraria isso... Entrei em pânico e vi que por mais queira "alguém" para relacionamento, eu não quero que ninguém atrapalhe meus planos..
Muito doido isso..  Muito fora da casinha... Coitada! Rsrs
Sinto-me  a Samantha do Sexy in the City... Na verdade sou muito Samantha..  Não quero romances eternos, quero romances breves e marcantes..  Quero histórias. Por enquanto..  Espero que seja isso que quero..
E foi exatamente nesse momento que eu me senti uma idiota por ter "pressionado" o cara mais legal que eu já conheci.. Se arrependimento matasse, já teria morrido..
E hoje, por mais que eu tenha dito para ele que "mudei de ideia", ele não vai mais me dar "moral"..
É foda..  Já aconteceu com alguém?
Sério...
Sinto-me um fracasso por isso.  Ser racional demais  não funciona.
Porque será que sempre" quis" ter alguém para namorar? Com certeza mostrar para alguém que eu também poderia ter um relacionamento.. E esse alguém são os meus ex..  (todos estão namorado).. Ou para meus pais..  Ou para a sociedade.
Na boa?! Gosto de ter minha vida sem ninguém..  Sem dividir casa,  teto,  contas, compras no supermercado.. Não quero ninguém me regulando ou falando o que devemos fazer com o "nosso"  dinheiro..
Pode ser uma visão exagerada de um relacionamento? Pode. Mas não quero passar por isso para saber.. 
Quero meu canto, meus sonhos, meus planos, minhas viagens e meus projetos..
Já divido casa com  meu filho e já está ótimo.. 
Desabafei né?
Estava precisando..
Só fico chateada por ter colocado o cara super legal para correr..  Rsrs
Poderia ter sido bacana... Uma ótima companhia para finalizar o ano.. 
Porque fevereiro, meus queridos, fevereiro tem Carnaval..  Rsrs

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Diário da transformação: quando decidir fazer cirurgia plástica.

Não foi fácil.
Decidir se encarava a "mesa" ou não.
Eu tinha um corpo legal. Engravidei e tudo mudou.  Nada voltou para onde deveria voltar e a gravidade não foi muito gentil comigo.
Não estou feliz.  Não consigo usar nenhuma roupa que marque qualquer parte do meu corpo..  E eu, definitivamente, não era assim!
Parece até a música do Gustavo Lima: "tá faltando eu em mim", mas é a pura e sincera verdade. Eu não me reconheço.
Resolvi buscar minha auto estima de volta. E por mais que existam pessoas que sejam totalmente contra cirurgia plástica, elas nunca entenderão e nunca estarão na minha vida e no meu lugar. Eles nunca serão você! Cada um sabe a dor e a delicia de ser quem é..  Parafraseando Caetano Veloso. E não há nada e nem ninguém que irá me dizer a não fazer algo porque "ahhhhhhhhh, mas você não precisa".
Desculpa, mas eu preciso sim.
E tenho certeza que será uma das melhores coisas que farei por mim.
Vai doer na recuperação? Vai.
Vai ser caro? Vai.
Vai me fazer feliz ao olhar no espelho ou simplesmente brincar com meu filho na praia usando biquíni? Vai.
Vai fazer com que me sinta a vontade com meu corpo e conseguir me relacionar com alguém? Vai.
Eu nunca fui assim..  Receiosa e sem confiança nenhuma. Muito pelo contrário! Mas o meu corpo não me dá confiança e segurança para ser eu mesma.
Não é fácil viver assim...
Imagine quantas mulheres passam por isso? Todos os dias!
O sentimento é  de ansiedade nesses meses de preparação. E medo também, mas encontrei um médico que me passou tanta confiança e a cada dia que passava e conversava com outras pessoas e médicos, só ouvia elogios do trabalho e da pessoa que ele é...  Sem contar que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.. Isso foi primordial para decidir.
Estou convicta do que decidi e com grande esperança que ficarei muito contente e confiante ao me olhar no espelho.
#diarioliposilico #vivendoos30melhorqueos20 #31anos