terça-feira, 25 de novembro de 2008

Duelo no C-ão??

Eu e meu pavio curto!
Ai ai..
Essa mania de querer dar ‘pitaco’ em tudo às vezes me ‘desgraça’ e outras vezes não! Participei de uma discussão ali no blog de uns amigos e daqui a pouco serei fuzilada com mouses, teclados e plugins... Imagine a cena!
Bom, eu poderia simplesmente parabenizar o post e ficar na minha condição de SER sem senso moral e critico, mas eu não sou assim, sou um SER que dá pitaco em tudo mesmo e quer falar e discutir, sou JORNALISTA ora bolas!
E outra, o rapaz lá começou a falar besteiras e levantar falso testemunho (ficou bíblico, né?) contra pessoas que realmente não são como ele quis expor! E isso eu não aceito! Perco a briga, mas não perco o amigo!
Mas vou parar de dar minha opinião nesse caso especifico, porque senão posso prejudicar algumas pessoas, porque querendo ou não, se você fala um A elas entendem um Y...
Lidar com o SER humano é terrível e lidar com projetos de ‘futuros políticos brasileiros’ é pior ainda, eles nem tem filosofia na grade para viajar desse tanto! (salvo raras exceções que discutem belamente a filosofia em todas as suas vertentes e que são do referido curso!)
Não vou brigar com esse povo ai, não... Tenho ótimas lembranças e amizades do pessoal desse curso e não serão 2 ‘cocas’ que vão colocar toda a admiração que tenho pela área!

E para falar igual menino birrento: “O blog é meu e eu falo o que quiser!”

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Você aprecia caviar?



Dona Flor e seus dois maridos foi a peça mais TDB que já assisti..
Ritmo envolvente... fotografia linda.. atuação dos atores surpreendente!
Marcelo Faria nu.. opssss!
Prometi que não iria comentar!

Enfim, quem conhece as obras de Jorge Amado sabe a malemolência que o autor coloca em cada personagem..Uma brasilidade, uma baianidade.. que eu particularmente amo, melhor dizendo, sou louca!

Assistam tocantinenses... Aproveitem essa oportunidade!
Palmas merece palmas por trazer esse tipo de evento com qualidade inquestionavel!

*Se bem que o preço poderia ser menos salgado...

E para finalizar..

Você aprecia caviar?
Se for com a resposta de Vadinho.. odeioooooooo!

Aliás... ohhhh Vadinhooooo!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Além do Tempo

de Vinicius de Moraes para seu homônimo... sinto falta da presença...

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Além do tempo
Esse amor sem fim, onde andará?
Que eu busco tanto e nunca está
E não me sai do pensamento
Sempre, sempre longe
Esse amor tão lindo que se esconde
Nos confins do não sei onde
Vive em mim além do tempo
Longe, longe, onde?
Por que não me surges nessa hora
Como um sol
Como o sol no mar
Quando vem a aurora
Esse amor que o amor me prometeu
E que até hoje não me deu
Por que não está ao lado meu?
Esse amor sem fim, onde andará?
Esse amor, meu amor,
Onde andará?

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Blindness - Se não viu, não leia!


Ontem assisti ao filme “Ensaio sobre a Cegueira” do Fernando Meirelles e baseado na obra homônima de José Saramago. Fui com a Hellenzinha!
O filme conta a história de uma cidade devastada por uma epidemia instantânea de "cegueira branca". Este surto misterioso, leva os infectados a ficar de quarentena num hospital abandonado. Sem soluções do mundo exterior para solucionar a praga, a nova sociedade de cegos entra em colapso, com os mais fortes fisicamente a controlarem os mais fracos. No meio da cegueira há uma testemunha ocular deste pesadelo. Uma mulher (Julianne Moore), cuja visão não foi afectada por esta praga e que acompanhou o seu marido (Mark Ruffalo) cego para hospital abandonado.
Dai começa a desgraça toda... afff..

Bom, o que achei?
Sai confusa... Poxa vida que loucura!
Sei lá... Senti-me no lugar deles! O diretor soube trabalhar a fotografia, a sonoplastia, as imagens, as cores... Enfim! Você fica ‘cego’ em alguns instantes e passa a viver dentro do filme! Uma sensação aterrorizante, porém cheia de curiosidade...
No final, moral da história: o povo volta a enxergar e o narrador diz uma frase que me tocou muito: “E ela começou a ficar cega”.
Discuti do cinema até o boteco mais próximo com Hellen sobre o filme e a meu ver entendi que, quando a população ficou cega, eles passaram a se conhecer melhor, sem fazer jus de características físicas e sim, a pessoa como ela é... Eles foram eles mesmos, e não quem pareciam ser!
No caso da frase “E ela começou a ficar cega” não foi só ela, todos voltariam a viver na escuridão do seu individualismo, arrogância e vida ‘moderna’.

Se alguém assistiu e tem outra opinião... Por favor... Vamos discutir! :D

Ahhh ... quem quiser me dar de presente de Natal o livro, viu?! Fiquem à vontade!
O filme mecheu tanto comigo que quero ler o livro... ahhh se quero!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Li e Gostei!

Nesse clima de final de ano alguns textos nos ajudam..
Bom, li e gostei desse aqui..

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Desconstruir para Construir

Às vezes, é necessário pôr a casa abaixo para reconstruí-la em bases mais fortes para suportar as intempéries. Feito isso, abrigamo-nos com mais segurança e desfrutamos de maior conforto. Assim também é com a nossa casa interior, se nos sentimos inseguros dentro dela, se somos alvos do medo, da apreensão, enfim, se nos sentimos desconfortáveis conosco mesmos é sinal de que algo não está bem em nossa estrutura, naquilo que nos mantêm ou nos nutre. Então, é nesse momento que necessitamos parar para conferir como verdadeiramente estamos interiormente, é chegada a hora de nos fazermos algumas perguntas acerca dos valores ou crenças que têm norteado a nossa lide existencial.


Caminhos bons existem, mas, muitos preferem atalhos na esperança de seguir mais depressa. Porém, ante o inesperado da desconhecida trilha, são estes mesmos atalhos que os perdem de si e da própria vida, muitas das vezes numa passagem de ida sem volta. É fácil culpar o imprevisível ou a má orientação externa pelas quedas e fracassos, o mais difícil talvez seja responsabilizar-se pelas escolhas ou, no mínimo, ter a humildade de reconhecer os desacertos.

Desconstruir-se, então, significa revelar-se por inteiro para si mesmo, para conscientemente e com presteza iniciar um processo de eliminação e desapego de tudo quanto foi assimilado de negativo em nível de padrão existencial e comportamental. Para alguns pode até ser penoso desligar-se de antigas crenças, vícios, deficiências, ilusões e valores inadequados, mas, não há outro caminho que não seja este para por fim ao que causa sofrimento e frustrações comprometendo a vida e o bem-estar que se deseja. O verdadeiro e profundo transformar-se passa, inevitavelmente, por esta invulgar vivência de superação de si mesmo, uma vez que reside interiormente toda a base da conduta humana.

Feito isto, se inicia uma nova construção da vida baseada em posturas seletivamente conscientes, produtivas e saudáveis, onde a humildade em aprender a cada dia e a perseverança devem direcionar os fazeres de forma progressiva e constante.
Nesse construir de novo há que existir espaço não só para as realizações do corpo e da materialidade, mas há que se pensar também em alimentar a alma, o espírito e tudo quanto seja também proveitoso e motivador para aqueles que se encontram à nossa volta, às vezes, esperançosos por uma luz que os despertem também para um novo modo de viver.

Boa Reflexão para você.

Willes da Silva
willesterapeuta@bol.com.br
Psicoterapeuta, Atendimento Terapêutico, Palestras e Cursos Motivacionais.

Quase caminhoneira!

Sumi!
Esses dias aí viajei de norte a sul do Estado do Tocantins, perdida na BR-153, mas não perdida ‘perdida’, e sim, trabalhando. Quase uma caminhoneira!
Foi cansativo, mas como tudo na vida, compensou no final.
Olha só o roteiro da moça aqui e suas aventuras e desventuras como assessora de comunicação. Afff... A vida! Mas, não é isso que quero não... Por muito tempo, não!


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Obama Presidente!


Sempre me perguntei se um dia estaria viva para ver ‘certas mudanças’ e isso aconteceu! Vi ser eleito o primeiro presidente negro dos EUA! E logo dos Estados Unidos da América!
Hoje pela manhã ao chegar ao trabalho a primeira coisa que escuto: - Agora lascou tudo, tem um presidente negro no poder. Porque negro se não cága no começo, no final é certeza! Ai que ódio! E falou isso na maior graça e todo mundo sorrindo, menos eu que sou negra. Tirando os preconceitos de lado, porque se eu for brigar toda vez que fazem isso, passo a vida toda e não mostro meu verdadeiro valor, o qual não é medido pelo cor de qualquer ser humano.
Agora, uma coisa é certa: Estou feliz e fico feliz! Obama venceu! Por mais que eu finja não vê o racismo velado em nossa sociedade, ele está ai, firme e forte. Muitas vezes, nós, os negros, somos racistas e muito! Mas tudo bem, vamos falar do Obama e meu sonho em ver um presidente americano negro!
Nossa! Os guetos devem está uma festa só, os mais pobres, os latinos, ou seja, toda a maioria menos (muito menos) favorecida.
Lembro que assisti filmes em que a segurança nacional (aliens, terroristas, golpes de estado...) estava em jogo e quem era o presidente? - Um negão 2x2! Ohhh maravilha!
E ele resolvia tudo!
Não sei se é um dejavú ou simplesmente que a mudança chegou*, mas estou gostando disso! Agora é esperar para ver, mas não no sentido pejorativo, e sim com esperança e credo que realmente “a mudança chegou” e que tempos melhores virão e as diferenças serão respeitadas e o ser humano valorizado pelo que é.

* fala do presidente eleito Barack Obama

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Orgulho Besta...

Acabou o ano!
Nossa como passou rápido... E muito!
Mas ainda não é tempo de fazer retrospectiva.
Quero falar do orgulho próprio e o quanto esse sentimento pode ser ruim em determinadas situações.
Quantas vezes discuti com quem eu mais amo por causa do orgulho próprio.
Sempre escutamos que não devemos ceder. Não deixar a ‘peteca’ cair. Ficar na melhor posição e sempre a correta. Não deixar-se envolver. Não redimir. Não e não.
O orgulho nos consome todos os dias. E o que custa pedir desculpas? Aceitar que errou? Dar o braço a torcer? Submeter-se?
È difícil. Eu sei.
E como sei...
Não coloco culpa na sociedade por eu ser assim tão orgulhosa, porque existe uma grande diferença em SER orgulhosa e ESTAR orgulhosa: quando você É orgulhosa isso é ruim, pois te faz ser uma pessoa totalmente individualista e ‘sem coração’, ou seja, o mundo que se exploda eu sou mais eu. Já quando você ESTÁ orgulhosa com alguma coisa, você está feliz por ter conseguido isso, e por mais que possa parecer uma atitude individualista, não é!
Tudo bem, esse rodeio todo que eu fiz foi só para dizer o que penso sobre o orgulho, melhor dizendo, o que penso ‘agora’ sobre o orgulho.
Tento não ser tão orgulhosa. E sei que posso perder muitas pessoas por causa desse meu orgulho besta (é besta mesmo), pois muitas vezes nos valorizamos demais em detrimento do outro e esse outro pode ser a pessoa que realmente te faz feliz e que pode te ajudar a deixar de ser menos orgulhoso.
Deu para entender?
Bom, ninguém é perfeito. Não podemos julgar. Não somos melhores Não devemos magoar ninguém. E, se algum dia isso acontecer de novo, não deixe que o seu orgulho impeça a sua felicidade.
È isso...
Recado dado.