segunda-feira, 15 de junho de 2009

E na labuta...


Já tem um tempo que quero dizer algumas coisas sobre esse tema: meu trabalho.
Primeiro, a profissão que escolhi é belissíma e adoro o que faço, bom, não agora, não estou 'realmente' JORNALISTA. Depois que você labuta em Assessoria você sabe que isso não é Jornalismo. Enfim, tem gente que defende, mas para mim não é, e pronto.
Segundo, trabalhar no que eu trabalho, pelo menos na instituição do estilo que eu trabalho, não é muito bom, pois você ter sua cabeça à prêmio só porque seu chefe estava na TPM, olhou para você e não gostou da sapatilha que você usa é %$#@*. Para mim, empresas que são gerenciadas pelas fases da lua, sinceramente, não são empresas.
Terceiro, trabalhar com gente que só sabe resolver as coisas no grito, isso não é trabalhar. Para mim, se elas não tem nem a competência de solicitar algo a menos que 50 a 70 dB, vai ver ser chefe de alguém. Gente mal educada...
Quarto e espero que último desabafo, do que adianta você valorizar e dar o seu 100%, se a empresa não valoriza o funcionário. Sem contar com os 'colegas' que vivem de 'fuxico' para ver quem derruba o outro? Isso é empresa? Ou como dizem aqui: 'Familia'?
Sei que se algum dia, uma empresa ou instituição quer passar preceitos de familia para seus funcionários eles primeiro devem saber que: 1) Em Familia existem pessoas que você ama, odeia e os que nem fedem e nem cheiram e todo mundo sabe e não fica 'forçando' amizade; 2) Familia fica no pé porque quer ver o seu melhor e não te humilhar; e, 3) Familia pode até ter uma discussão, mas primeiro vêm respeito, moral e os bons costumes (falei igual minha finada bisavó), além de educação.

Bom, daí você deve me perguntar: - E porquê não sai daí?
Respondo: - É o que paga minhas contas no momento. Mas estamos trabalhando nisso.
Enfim..

É isso.

Beijos e boa semana.

* Tela "O Grito" de Edvard Munch de 1893

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