terça-feira, 29 de setembro de 2009

Quero viver um grande amor


Domingo terminei de ler um livro e nele, o narrador expõe o relacionamento entre homem e mulher de uma maneira tão simples. O livro não era sobre isso, mas nos conselhos que dava ao seu filho, essa temática sempre era tocada. Exemplo: se teu namorado de ‘séculos’ termina com você, para ele, vai doer e vai passar.
É muita racionalidade para meu ser. Só que no decorrer do livro eu acho que ele não percebe (pelo menos foi o que eu percebi) que fica remoendo esses amores não vividos. Lembra, porém é conformado com o que ele vive hoje.
Eu não sou conformada! Se eu amo uma pessoa, luto para ficar com ela.
Acho que isso que dá o sabor dos ‘grandes amores’.
As provações, as discussões, a cumplicidade, os planos, os medos e os sonhos.
Eu quero viver um grande amor e poder ficar velhinha sabendo que o vivi. Não quero remoer (futuramente) que não pude ficar com a pessoa que amava por motivo X ou Y, ou seja, orgulho besta mesmo. Deve ser ruim o fato de você estar velhinha e se lembrar (porque as mulheres sempre lembram) de amores que deixaram marcas profundas. Por mais que ela veja sua família ali: completa, ela sente que falta algo.
Acho que vou ser escritora (opss.. já sou blogueira e isso ajuda) e quem sabe eu exorcize meus medos por meio de páginas. É que são umas imagens loucas que parecem ser uma previsão do futuro, que em algum momento alegram, em outros, matam.
Contudo, recomendo o livro: O Clube do Filme – David Gilmore.

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