terça-feira, 22 de junho de 2010

Último Tango em Paris



Uau!
Que filme hein...
Após o boicote (ainda não descobri de que lado)à nossa oficina no Seminário  em Natividade, meu amigo lindo (Tácio) me apresenta o filme “Ultimo Tango em Paris” com Marlon Brando! Que fotografia é aquela? Enquadramento! Cores! Tudo! Meu Deus! Perfeito.
De 1972, meus pais nem sonhavam sobre o quê fazer nessa vida...
Último Tango em Paris é um drama erótico franco-italiano dirigido por Bernardo Bertolucci e estrelado por Marlon Brando e a então desconhecida, Maria Schneider. É considerado uma obra-prima cinematográfica e um sucesso de bilheteria mundial, sem contar ccom as ensuras governamentais ao redor do mundo.
A sinopse conta que Paul (Marlon Brando), um americano de meia-idade em Paris, em luto pela morte da mulher(suicida), encontra-se num apartamento anunciado para aluguel com uma jovem parisiense de espírito livre, Jeannie (Schneider), que os dois estavam interessados em alugar. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local e Paul exige que eles não troquem qualquer tipo de informação um do outro, nem seus nomes.
A história é meio louca e inusitada, não que não exista em qualquer canto desse mundo. 
Diríamos então, que ela é ‘interessante’...
Sem nomes, apenas sexo! Quem não quer viver assim? (Eu não).
O filme contém cenas de sexo mesmo (dá até agonia), mas não é aquela coisa esculachada, assim como assistimos hoje em dia nos filmes ‘teens’. Ok! Tem a famosa cena da manteiga e claro, quando o cara fala para mocinha “corte suas unhas da mão direita” (quem assistiu vai lembrar)...
Enfim, um filme forte e que me fez pensar em algumas coisinhas.
Eles se envolvem em um relacionamento onde não querem saber nomes e nem histórias (pelo menos da parte do cara), encontram-se em um lugar neutro e sujo, livram-se do que acontece em suas vidas e se entregam aos prazeres da carne...
Mas daí acontece o que sempre acontece, a mocinha se apaixona pelo cara! Nossa e como ela se submete a cada coisa! Não existe amor para aquilo tudo não... Sei lá! Se bem que já dizia a frase: “Amor, estranho amor..”
Enfim, outra percepção minha foi que, no final, ela prefere a estabilidade e a segurança que o ‘namorado’ lhe proporciona. Por mais que ela se declarasse apaixonada pelo ‘cara do apartamento’, ela não o conhecia, não sabia sua história e claro, não queria morar em uma espelunca, assim como ele propôs!
Caros leitores, mulheres buscam estabilidade, confiança, história, respeito e quem sabe o amor... Até porque como ainda diz minha avó: Amor não enche barriga e não paga conta no final do mês! Sábia Vovó...
Tudo bem que a Wikipédia tem pouca (quase nenhuma) credibilidades, mas encontrei algumas curiosidades sobre o filme! Acessem aqui!

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