terça-feira, 24 de agosto de 2010

Intercâmbio: Como levar dinheiro para o exterior?

Essa é a pergunta que não saía da minha cabeça nos primeiros dias.
E como é dificil encontrar respostas para ela, até mesmo no Google!
Mas encontrei e quero compartilhar com vocês.
No site do Banco do Brasil há uma orientação (mais ou menos) de como lidar com isso tudo. Se você quiser dar uma conferida, clique aqui.
Mas um site que me ajudou muito foi o blog da Stella Barros.
Informações bem complementares e importantes.


Dinheiro vivo
O ideal é não levar todo o dinheiro em “cash”. Uma boa média é calcular um terço do valor total para levar em dinheiro vivo. Faça a conversão antes de ir, para não perder duas vezes com o câmbio.
Tania Borja Gasparian, gerente da Cotação DTVM (seguro.cotação.com.br), explica: “Se o turista vai para o Canadá, deve levar dólares canadenses. Caso leve dólares americanos, sofrerá no Brasil o câmbio do real para o dólar americano e, chegando ao Canadá, perderá de novo na hora de trocar de dólares americanos por canadenses”.

Cartão de crédito
A fatura é calculada com o câmbio do dia de seu fechamento. Com isso, o cartão dá espaço para sustos como ir viajar com o dólar a R$ 1,80 e pagar a conta com o dólar a R$ 2,40. Outra desvantagem são as taxas cobradas pelas bandeiras.
A vantagem é que estabelecimentos comerciais no mundo inteiro aceitam sua utilização. E empresas de aluguel de carro e hotéis costumam pedir a apresentação de um cartão de crédito para o bloqueio de determinada quantia – usada como garantia de pagamento ou cobertura de extras.
Em momentos de turbulência, a dica dos especialistas é tentar usá-lo moderadamente.

Vista Travel Money
O VTM é um cartão de débito pré-pago, recarregável, que pode ser adquirido em dólares e euros.
A vantagem é que o viajante fecha o câmbio no dia em que carregou o cartão. Com isso, não está sujeito a variações cambiais.
Para Alcides Leite, professor de mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios, não é um bom momento para investir no VTM, já que é possível que o dólar recue depois do auge da crise.
Vale lembrar que no Visa Travel Money há uma cobrança de 0,38% de IOF na hora da compra da moeda e uma taxa de R$ 2,50 por saque, independentemente do valor.
Segundo Tania Borja Gasparian, mesmo em países onde a moeda é diferente do dólar e do euro, o cartão pode ser usado. “Se o cliente estiver na Austrália, a Visa fará a conversão da moeda, e o cliente receberá o dinheiro em dólares australianos”, diz. Nesse caso, com a cotação do dia.
Para carregar o cartão, é preciso fazer um DOC ou TED para a empresa, e o valor correspondente em dólares ou euros é liberado.

Traveler cheque
Os cheques de viagem são trocados por dinheiro, em instituições financeiras de vários países, pela taxa de câmbio do dia.
É preciso atentar às taxas sobre o valor trocado, que podem chegar a 10% em países como Argentina e Chile. E certificar-se que o país de destino aceita cheques de viagem. Como vantagem sobre o dinheiro em espécie, destaca-se a possibilidade de reembolso pelo banco no caso de perda ou roubo. Na maioria das instituições financeiras, eles só são aceitos com a apresentação do passaporte e com a assinatura do cheque na frente do caixa. Além de travelers cheques em dólares americanos, há em dólar australiano, dólar canadense, euro, franco suíço, libra esterlina e iene.

Enfim, eu vou levar o Visa Travel, achei bem mais cômodo e prático. Caso eu precise, vou sacar o valor necessário uma vez por mês, até porque é bem caro, né?! Especialistas (blogs, agências de viagem entre outros) afirmam que o ideal é levar uma pequena parte em espécie e o restante nos cartões.
É isso! Aproveitem a viagem! \o/

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