terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dissertando: o 'prazer' de decupar...


Acredito que a pior parte da minha Dissertação chegou: decupar entrevistas.
Não é fácil! Haja paciência e muita tranquilidade!
Deve acontecer com todo mundo e nessas horas dá uma vontade de contratar alguém para fazer esse serviço sujo, daí você lembra que não dá para confiar, vai que o cara não prestou atenção direito.
Pelo amor ao seu trabalho, desconfiança 'geral da nação' e claro, sua nota no dia da banca: você sofre! Resolvido!
O problema nisso tudo é o cansaço, diga-se de passagem, tédio em ter que trabalhar um mesmo assunto há dois anos... Tudo bem, que ao encarar o trabalho de frente eu fico super empolgada. E sim, sou empolgada com minha pesquisa. Larguei emprego, mudei de emprego, atravessei oceano por causa desse tema e fico nele até o fim...
Meio que "eu não vim até aqui pra desistir agora.."
Eu vou conseguir! Isso é certeza!
Ninguém disse que seria um mar de flores!
Próxima semana apresento um artigo de 30 páginas com uma colega no Seminário de Integração. Nosso tema é a relação dos espaços planejados e espaços vividos em duas quadras de Palmas. Uau! Que nada! Eu, jornalista, ela biologa. Nossos orientadores: biologo e antropologo. É a tal da interdisciplinariedade. E até que eu gosto... de verdade!
Bom, no mais é isso..
Eu tenho dois empregos (como isso lembra o "Todo mundo odeia o Cris), não tenho tempo, vida social reduzida às redes sociais (momentaneamente, até porque tenho que terminar a dissertação logo logo) e estamos aí.. Levando a vida sem deixar fluir porque as rédeas são minhas..
O ano de 2011 já acabou e tenho mais de 100 páginas para escrever, um casamento para ser madrinha, um Natal em família, Revéillon com as amigas, entregar a 'danada' em fevereiro e passar o Carnaval em Salvador. Março é a defesa! Ui!
=P

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