Procura ai...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Frase do Mês

Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e [agora] sono.Clarice Lispector

Música do Mês


É!

Retorno


Mudei de cidade e é hora de começar outros planos e sonhos.
Vim para perto da minha família, enfim, estou morando com meus pais e irmãos de novo. Preciso desse apoio na atual fase da minha vida. Sempre é válido. Estou gostando.
Nesses primeiros dias só tenho ‘topado’ com pautas estressantes! Para ter uma ideia, meu primeiro dia teve transferência de presos e possível rebelião na casa de prisão provisória de Araguaína. Ufa! Cansei e cheguei super chateada com o editor, mas enfim, vai passar! E passou!
Sei que aqui será um novo desafio na minha vida, mas a força de vontade é maior. Espero que dê certo e que consiga concretizar meus planos...
Três anos. Essa é a meta... Eu agüento.
Só sinto falta de uma coisinha que eu já sabia que aconteceria nesse ano: preciso me apaixonar!
Nossa... Ando tão descrente com essa parte da vida que ninguém chama minha atenção e nem estou à procura.
Cansei de viver amores que não têm resultado ou que estão longe demais para se concretizarem.  Estou com os dois pés bem firmes no chão e nada me convence do contrário. Questionando esse setor da Poliana, vejamos...
Quanto amor eu senti por alguém de Salvador! E, não deu certo! Por quê? Longe demais!
Quanto amor eu senti por alguém que não me enxergava!  E, não deu certo. Por quê? Eu tinha esquecido quem eu era...
Quanto amor eu senti por alguém que vive nas nuvens! E, não deu certo. Por quê? Não queria ser mais um porto.
Quanto amor eu senti por alguém que me encantava com seu jeito bruto de ser! E, não deu certo. Por quê? Eu não era rica o suficiente para ele.
Quanto amor eu senti por alguém que vive em Badajoz na Espanha! E, não deu certo. Por quê? Só um oceano todinho no meio...
Enfim, ano passado aprendi muita coisa... Me decepcionei demais com as pessoas e meio que me fechei no meu mundo. Tenho postado pouco (eu sei), pois falta inspiração. Já me preocupo demais com os problemas dos outros sendo jornalista. E sinceramente, estou cansando disso. Gosto muito, mas cansa.
Preciso dar uma desligada do mundo, mas não agora. Até para isso precisamos ter dinheiro. Quem sabe dar uma desligada fazendo mochilão em algum canto desse mundo? Quem sabe..
Agora é hora de fazer novos planos! Tudo que eu queria fazer quando sai de casa aos 17 anos para estudar jornalismo, eu fiz! Viajei muito, conheci muita gente, amei demais, fiz intercâmbio, mestrado e aproveitei vários carnavais e micaretas! Enfim, agora voltei para o cantinho de onde brotaram todos esses desejos e eu sei que é aqui que vou pensar  (muito) e executar meus próximos sonhos e projetos! Lets’ GO!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Vocabulário Feminino


Vocabulário Feminino
Leila Ferreira
Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.
Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino:
pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.

Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo
rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra
dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia:
gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida:
sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra
perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
Texto enviado pela Sandra L.
Leila Ferreira é jornalista, entrevistadora, colaboradora da Revista Marie Clarie e escritora. autora do livro “Mulheres: por que será que elas…?” (Editora Globo), foi repórter da Rede Globo Minas por cinco anos e durante 10 anos apresentou o programa “Leila Entrevista” (Rede Minas e TV Alterosa/SBT), que produziu 13 séries internacionais e por onde passaram mais de 1,6 mil entrevistados

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sem sacolinha?

Sacolas da rede de supermercados de Portugal - Pingo Doce.
Claro!
Estava passando da hora de homologar a lei municipal de 2009, em Palmas, sobre esse assunto.
Fiquei feliz! Não posso negar! Tem gente que está reclamando muito, mas eu sou totalmente à favor.
Porque que antigamente nossas avós tinham suas sacolas de feira e todo mundo era feliz?
Bom. Em Portugal, o consumidor tem que pagar pela sacolinha que ele leva para casa, mesmo que seja biodegradável... Quando morei lá, o preço pago era de 0,02 cêntimos (menos de R$ 0,05)! Eu tratei de comprar minha sacola para compras grandes pelo preço de 0,50 cêntimos (mais ou menos R$ 1,20), aliás duas.. Porque é cada uma mais guti guti que a outra.
E ainda, para comprar poucas coisas sempre levava (ainda levo aqui no Tocantins) na minha bolsa, uma sacolinha mais meiga do mundo.. Assim não uso nenhuma sacola de plástico quando vou às compras.
Daí, você me pergunta: e o lixo?
Uai, compra aquelas sacolas grandes de lixo. Né?
Apoio essa atitude e digo mais: dá certo sim!
Vamos cuidar do nosso planeta! Pode ser?

Florzinha para levar na bolsa e tcharannnn!

Uma sacola!
Quem quiser, pode encomendar comigo! Daqui uns dias começo a produção dessas sacolinhas! =D

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