domingo, 25 de novembro de 2012

A Marcha para o Oeste


Essa é a leitura do mês..
Antes de dormir desbravo um pouco do Brasil por meio da Expedição Roncador -Xingu.
Até agora só me emocionei e não acredito que não seja uma história de ficção!
Um livro envolvente e com muitas páginas para devorar ainda..
Vamos lá! Agarrei o livro com as duas mãos e estou A-D-O-R-A-N-D-O!
\o/

Sinopse:
“Agarre este livro com as duas mãos, com a cabeça e com o coração”: o conselho de Darcy Ribeiro no texto de apresentação deA marcha para o Oeste prepara o leitor para as centenas de páginas de emoção, ciência e história que se seguem, e que se deixam ler como um empolgante enredo de aventuras na selva. Baseado nos diários escritos pelos irmãos Claudio (1916-98), Leonardo (1918-61) e Orlando Villas Bôas (1914-2002) durante e após sua participação à frente da Expedição Roncador-Xingu (1943-49), organizada pelo governo federal, este livro híbrido entre a literatura de viagem, a análise antropológica e o ensaio histórico é relançado numa nova e cuidadosa edição da Companhia das Letras. 
Além de mapear e desbravar boa parte da Amazônia meridional, os Villas Bôas foram os principais responsáveis pela criação do Parque Nacional do Xingu, primeira terra indígena homologada no país, e receberam reconhecimento mundial por sua atuação incansável e pioneira na defesa dos direitos e tradições dos índios. Os irmãos paulistas foram os idealizadores de uma nova política indigenista, baseada no respeito e na convivência pacífica entre brancos e índios. Enriquecido com mapas e imagens captadas durante a permanência dos Villas Bôas entre os índios - mais de quatro décadas no total -, A marcha para o Oeste permanece como uma referência imprescindível para o estudo da formação do Brasil contemporâneo e da própria identidade de seu povo.


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