terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014 - Preparando a lista de desejos...



Sim! A vida é simples.
Nós que complicamos!
Enfim.
Minha lista dos desejos para este ano que se inicia...

1 - Não me preocupar com dinheiro (principalmente com a falta dele).
2 - Sorrir SEMPRE para meu filho. Prometi para ele que jamais me verá triste ou desanimada.
3 - Trabalhar menos. E isso inclui também, me preocupar menos.
4 - Reservar um bom tempo (3 horas por dia) para estudar para concursos.
5 - Manter minha casa arrumada (principalmente o meu quarto).
6 - Permanecer na academia e ganhar massa muscular magra!
7 - Deixar meu cabelo crescer e continuar fazendo as luzes.
8 - Não comprar nada (cosméticos, roupas entre outros).
9 - Sair uma vez por mês para lazer.
10 - Guardar, pelo menos, R$ 10 mil na poupança.
11 - Quitar minhas dívidas (eletrodomésticos, móveis e cartões) até julho!
12 - Comprar ( o que der) à vista!
13 - Não comer chocolate, nem doces e nem beber refrigerante. (essa vai ser osso)
14 - Virar o ano no litoral.
15 - Tentar visitar meu amigos.

"Não é 2014 que tem que ser diferente, a pessoa é que deve se transformar e se planejar para alcançar os objetivos!"


2013 - ano do meu maior presente!


Em 2013 fui mãe!
Tive a oportunidade de viver o sentimento mais estranho do mundo e mais belo.
Cedi. Esperei. Hesitei e quase que perdi a paciência em alguns momentos.
Essa é a dádiva maior! Se doar incondicionalmente para cuidar do próximo.
Não é fácil! Sua vida muda. Tudo muda e você começa a se reinventar e recriar ideias e pensamentos!
Muda. Tudo muda. E muito. Você muda, as pessoas ao seu redor mudam com você (de todas as formas).
Só que na verdade, não é uma mudança ruim. É algo verdadeiramente bom e saudável para a vida.
As ações têm outras reações.
E eu amo poder ter vivido isso e continuar vivendo a maternidade.
Eu amo muito ser a mãe do Pedro e ensinar para ele as coisas do mundo!
Obrigada meu filho por ter vindo para minha vida e ter dado outro sentimento a ela.
Obrigada.

Não sei se quero casar...


Sim. Não sei se quero casar.
Essa ideia de ter alguém do seu lado para a vida toda me dá uma agonia.
Claro que tenho meus momentos de querer ter alguém ao meu lado quando estou sozinha, alguém para partilhar o bons momentos da vida, mas e as outras pessoas? Tanta gente aí para conhecermos.
Sei lá. Sentimento egoísta imperando agora.
Enfim. Tenho minha vida e gosto (quer dizer, mais ou menos) de como as coisas estão indo...
Acredito que ter alguém ao meu lado me trará aquela sensação de segurança, porém, aquele sentimento de sentir o coração aquecido por se encantar por alguém, também me chama a atenção.
Se bem que nos últimos 18 meses meu coração não tem aquecido nem por nada e nem por niguém. Digo, nessa questão de homem e mulher.
Esperei demais por alguém que só me tratou bem.
Eu nunca tive/recebi amor verdadeiro. Sempre me doei demais e nunca recebi sentimento parecido em troca. SIM, eu não sei o que é receber amor de um homem. Sempre me deixei iludir com migalhas e todos me dizem que eu sempre MEREÇO MAIS.
Isso, meu amigos, são os 30 batendo na porta. A maturidade chegando e a certeza de que esse sentimento não fez parte da minha vida até agora.
Descobri um amor lindo e puro e que me enche de paz e realização: ser mãe.
É um amor diferente. De proteção e cuidado. E era mais ou menos esse cuidado que eu sempre coloquei nas minhas relações, nos meus namoros e nos meus "ficas". E não é esse tipo de relacionamento que deve existir! Não mesmo! Eu não preciso cuidar de ninguém: não sou a mãe dele. Preciso sentir tesão, paixão e admiração por um homem. E não cuidar dele!
Termino 2013 com a sensação que esperei demais. Deixei o tempo passar, mas nada adiantou.
Se não mudar minha atitude, nada mudará. E sinceramente, a mudança que eu quero não é aquela ilusão de família feliz com a o pai do meu filho. Na verdade mesmoooo, eu não quero mais ter essa ilusão.
Tenho que ter a consciência de que somos apenas pais do Pedro e só. E se já tem 18 meses que não existe nada entre nós é melhor eu acordar para vida e tocar o barco.
Eu nunca tive amor, tive migalhas.
Mereço SIM ser amada e respeitada como todas as honras e pompas que uma mulher deve ter.
Ahh tá! Eu quero SIM casar! Peço a Deus todos os dias para que me envie um bom homem, um bom pai de família e bom de "serviço" também! Já que é para pedir, vamos pedir o pacote completo! Né?
#tenhodito

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Eles crescem rápido... DEMAIS!


Quando dizem que bebês nascem com chips e daqui alguns anos nascerão falando e reclamando da vida, eu não duvido.
Meu filho completou seis meses e já sabe expressar o quê quer como quer e quando quer alguma coisa. Sim, meu Deus! Ele tem só seis meses e já é um rapaz! Eu fico assustada com a evolução diária do meu filhote que chega a doer porque eu não estou ali para acompanhar tudo de perto.
A licença maternidade terminou e a culpa veio no mesmo balaio: eu não tenho tempo de ver meu filho crescer! Essa é a real situação. Mas falaremos disso depois, a tal da “culpa” e todo o mal que essa sensação consegue trazer o íntimo do nosso ser.
Meu filho já consegue comer alimentos “de gente grande” e faz isso com prazer. Se ele vê alguém com um prato e talher, ele também quer participar e socializar à mesa. “Ora bolas! Sou da família também! Me dá um prato aí mamãe!”
Acredito que ele deva pensar assim, tanto é que comprei uma daquelas cadeiras para alimentação e ele adora ficar sentado por lá comendo e batendo a mãozinha na mesa. (mãe babona).
Meu único problema é que tudo que eu o vejo fazendo (e que para quem cuida dele é normal), vou gravar um vídeo para assistir depois e claro, mostrar para meus amigos e postar no Facebook.
Vídeos do tipo: olha o Pedro derrubando tudo! Em vez de ir lá e tirar ele da situação, nãoooooooo, a mãe dele grava ou tira foto para depois socorrer o menino! rsrs
Vejam só: esses dias meu filhote estava no colo, mal conseguia segura a cabeça e agora já bate na mesa e faz um “nhemnhem” quando não gosta de alguma posição ou quer sair para “ver o mundo”, vulgo, ir na porta de casa.
Sim! Eles crescem muito rápido e meu maior medo era não poder acompanhar ele durante esse processo de desenvolvimento e o que era medo virou realidade e eu não consigo acompanhar meu filho. Acho que por isso gravo tudo em vídeo para que, pelo menos, eu possa ter o registro de algum pedaço desse tempo corrido entre a hora do almoço e um abraço, “faltam 10 minutos para sair de casa” e um cafuné e ainda, “passei aqui rapidinho para te ver” e um “eu te amo muito meu filho”.

A rotina nos priva de viver esses momentos únicos dos nossos pequeninos. O meu maior alento é saber que pelo menos, todas as noites, eu posso colocar meu filho para dormir e ser acordada por ele e seu sorriso mais gostoso. E que, por mais que eu não tenha todo o tempo do mundo para ficar com ele (e como disse a minha sogra), o que importa é a QUALIDADE desse tempo e não a QUANTIDADE.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Quero voltar...


Ai quando você diz que esse país não tem jeito por causa do seu povo, te olham torto... 
Saudades de Portugal, França e Espanha... 
Lugares em que as pessoas cuidam das suas cidades! 
O lixo tem lugar certo, não existe "água servida", promoções são realmente "promoções" e não essa enganação de "black friday"tupiniquim, transporte funciona, serviço público flui naturalmente sem gente preguiçosa e encostada...
Estou mais uma vez cansando do meu país...
Quando voltei da Europa, entrei em depressão por causa dessa "bagunça nossa de todo dia".. E quando convivo a cada dia e vejo a opinião idiota de tanta gente nas redes sociais, aí que desacredito cada vez mais...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

4 leis para o Bem Viver



Na Índia são ensinadas 4 Leis para o Bem Viver:

A primeira diz: "A pessoa que vem é a pessoa certa". Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo conosco, têm algo para nos fazer aprender e evoluir em cada situação.

A segunda lei diz: "Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido". Nada, nada absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa..." Ou "aconteceu que um outro ...". Não. O que aconteceu foi tudo o que deveria ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem nas nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: "Toda vez que iniciares algo é o momento certo". Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo nas nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: "Quando algo termina, termina". Simplesmente assim. Se algo acabou nas nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e enriquecer-se com a experiência.

Pra quê berço?


Taí, uma coisa que comprei para o enxoval do meu filho que virou enfeite. Para não dizer entulho. Um berço. Ele simplesmente não usa. Não dorme nele e eu acredito que é uma armadilha para derrubar meninos ou meninas travessas que estão dando os primeiros passos.
Não que o meu filho tenha caído. Longe disso! Rsrs
Um berço, propriamente falando, só tem serventia até, no máximo o quarto mês de vida do seu filho. Eles começam a rolar e você fica aflita.
Sim, a culpa de você não usar o berço é única e exclusivamente sua. Nosso medo maternal. E principalmente, nosso ócio gestacional que nos obriga a inventar mil e uma coisas (e gastar dinheiro desnecessário também) para ajudar o tempo passar rápido.
Na boa, 9 meses é quase um século!
Daí, toda frescura do mundo, você enfia no quarto do bebê! Genteee... Eu comprei uma poltrona!!! E só usei efetivamente por dois meses (tempo que meu filho deitava como "bebê" para amamentar).
Voltando ao berço.
Não adianta. Você vai arrumar um jeito de colocar seu filhote para dormir ao seu lado. Não existirá lugar mais seguro que este e de sua total confiança que não seja com você mesma!
Apesar das noites pessimamente dormidas, não tem como abrir mão de cuidar do seu bem mais precioso. Ainda mais quando você olha aquele ser pequenino e lembra que sim, era ele que te chutava horrores e que se você soubesse que ele seria "ele", já o tinha amado intensamente.
Não há como explicar essa força que nos faz ficar grudada em nossa cria. Instinto? Que seja!
Agora, que é fato, isso é: não gaste seu dinheiro com berço (até porque é bem caro) só para o quarto ficar "bonitinho". Vai por mim...
Mas, se você faz questão, estou vendendo o meu... Rsrs.. Branco em MDF - Estilo americano.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Você e Nós*


Espíritos eternos, estamos hoje no ponto exato da evolução para o qual nos preparamos, com os recursos mais adequados à solução de nossos problemas e tarefas, segundo os compromissos que abraçamos, seja no campo do progresso necessário ou na esfera da provação retificadora. Achamo-nos com os melhores familiares e com os melhores companheiros que a lei do merecimento nos atribui.
À vista disso, permaneçamos convencidos de que a base de nossa tranquilidade reside na integridade da consciência; compreendamos que todas as afeições - problemas em nossa trilha de agora constituem débitos de existências passadas que nos compete ressarcir e que todas as facilidades que já nos enriquecem a estrada são instrumentos que o Senhor nos empresta, a fim de utilizarmos a vontade própria, na construção de mais ampla felicidade porvindoura e entendamos que a vida nos devolve aquilo que lhe damos.
Na posse de semelhantes instruções, valorizemos o tempo, para que o tempo nos valorize e permaneçamos em equilíbrio sem afetar aquilo que não somos, em matéria de elevação, conquanto reconhecendo a necessidade de aperfeiçoar-nos sempre.
Se erramos, estejamos decididos à corrigenda, agindo com sinceridade e tralhando fielmente para isso.
Você e nós estejamos certos, diante da Providência Divina, que possuímos infinitas possibilidades de reajuste, aprimoramento, ação e ascensão e que depende tão-somente de nos melhorar ou agravar, iluminar ou obscurecer as nossas situações e caminhos.
(André Luiz)
*Trecho do livro "Coragem - Francisco Cândido Xavier".

Eu, a malvada!

Sinceramente e abrindo o jogo: no campo profissional eu quero excelência, proatividade, produtividade e resultados. Sou e sempre fui cobrada por isso, e é por isso que sempre vou cobrar esses mesmos valores com quem quer que seja que trabalhe comigo.
Sei que existem pessoas que não possuem maturidade suficiente para entender isso e acreditam que eu sou falsa.
Vejam só que absurdo!
Um funcionário não cumpre horário, reclama o tempo todo do trabalho ( o que influencia os outros, obviamente), vive brincando e pior, faz brincadeiras e desrespeita s chefia constantemente. Ou seja, pediu para sair ou eu estou ficando louca? Passar a mão na cabeça e esperar que ele mude isso nunca.
Como as pessoas não conseguem separar profissional do pessoal!! Meu Deus! E ainda se acham insubstituíveis... Confesso que beirei essa insanidade no início dos meus 20 e poucos anos quando era estagiária e não me importava com nada. Falava o que bem queria, na frente de quem quer que fosse, inclusive chefia! Até que um belo dia chamaram minha atenção e juro que não foi legal. A partir daquele momento caiu a ficha e vi que não era assim que o mundo girava.
Enquanto o cara não se tocar que o buraco é mais embaixo. Ele não muda e não cresce.
E digo mais! Enquanto houver esse apadrinhamento exacerbado nas empresas ou repartições públicas, nada, nada mesmo vai para frente. Passar a mão na cabeça é fácil. Difícil mesmo e chamar atenção e mostrar o caminho.
A única coisa que posso dizer é: só lamento. Futuro até que ele tem, mas vai demorar um pouco descer do salto e assumir suas fraquezas. Coisas da juventude. Rompantes de jovens sonhadores.
Como eu disse e repito: não é assim que o mundo gira.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Redes Sociais e merda... é a mesma coisa!



I have a dream... Que as pessoas parassem de falar mal uma das outras, que colocassem palavras na boca uma das outras e que inveja fosse uma palavra que descobriríamos que existia por causa do dicionário... Sinceramente, sou mais do tempo em que não existia redes sociais, em que falar dos outros era função das beatas, bate-papo era com os amigos, ao vivo e a cores tomando sorvete e rindo de bobagem, em que saber "como você está ser sentindo" era descrito em folhas e mais folhas de cartas trocadas e amar e ser amado não precisava de consentimento da sociedade. Sim, eu sou antiga. E era essa minha vida antiga... Lá nos anos 90 que eu queria viver e mostrar para o Pedro. As amizades duravam de verdade... Não havia tanta ostentação como hoje. Estou cansada da sociedade e principalmente das redes sociais que só vieram para despertar tudo de ruim que há no homem... Cito: intriga, rancor, inveja, luxúria e preguiça. Enfim. Era tudo tão bom. Simples, único e BOM.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

E como a gente aprende aos poucos ser mãe?


"Antes de ser Mãe"
Não tem como não aprender amar.
É com essa frase e um texto super significativo que converso com vocês mães leitoras do Várias Anas. Não adianta, você vai aprendendo aos poucos como é ser mãe. Acredito que por isso que passamos nove meses abdicando das nossas vontades por um ser pequenininho que vai mudar radicalmente sua vida.
O sorriso do meu filho é a coisa mais importante e o maior privilegio que posso ter na minha vida. É mágico. Tudo para e pronto. Só estamos ali, eu e ele. E nada, nada mesmo, faz com que eu queira deixar ele de lado e ir “curtir” outras pessoas, outros eventos e outros momentos.
Chega a ser estranho, mas sim, eu mudei muito e só quero ficar com meu pequeno.
Óbvio que as vezes eu quero sair e conversar coisas diferentes. Isso é normale  saudável, mas se comparado como a “vida social” que eu tinha antigamento, putz! Mudança radical.
Não sinto falta e quando penso que sinto falta, dou uma volta nos bares “da moda” e vejo que não mudou e tudo continua supérfluo, vazio e com a cultura da ostentação predominando. Não, eu não sinto falta disso e já possuo em meu ser algo que me completa e me faz sentir uma plenitude sem igual.

Enfim, abaixo o texto* que eu mencionei no começo da coluna.

"Antes de ser mãe...eu fazia e comia os alimentos quentes.
Eu não tinhas roupas manchadas,
Eu tinha calmas conversas ao telefone.

Antes de ser mãe...eu dormia o quanto eu queria,
e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não esquecia de escovar os dentes e tão pouco os cabelos.

Antes de ser mãe... eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.

Antes de ser mãe....ninguém havia vomitado e feito xixi em mim,
me beliscado sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser mãe...eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.
...e eu dormia a noite toda!

Antes de ser mãe....eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer teste ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz, com uma simples risadinha
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.

Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisa tão pequenina pudesse mudar tanto minha vida.
Eu não imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.

Antes de ser mãe....eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não imaginava que alguém tão pequenino pudesse fazer-me tão importante e gigante"


*texto extraído da Internet

Minha mãe é VÓ CORUJA!



Mãeeeee.... Socorro!

Ok. Para início de conversa não sou ingrata à minha mãe, muito pelo contrário, tudo que consegui foi com a ajuda e o apoio dela (do meu pai também, olha o ciúme) e com meu filho não tenho do quê reclamar.
Ser mãe é ótimo. Ter a ajuda da sua mãe para você aprender ser mãe é a melhor parte de tudo!  Só que tenho que fazer um desabafo. Sim, é desabafo mesmo. Às vezes me sentia inútil! A rainha da inutilidade enquanto ser humano que habita este planeta Terra porque minha mãe NÃO me deixava ser mãe.
Primeiro veio a cesariana que já não me deixava fazer nada e tinha que depender dos outros até para lavar a fralda do meu filhote. E segundo, é o fator psicológico. Sim, e a culpada era minha mãe.
Não estou reclamando da ajuda dela (repetindo mais uma vez), mas às vezes, sempre, na verdade, ela me trata como se eu tivesse 15 anos e não soubesse cuidar de uma criança.
OK. Eu nunca cuidei de uma criança, mas não vou matar e nem maltratar. Poxa vida, é meu filho e eu tinha o direito e o dever de cuidar dele e aprender cuidar dele. Só isso que eu queria.
Os termos que ela usava para falar comigo só me colocavam para baixo. Tudo no imperativo como se eu não tivesse livre arbítrio e não fizesse minhas escolhas. Isso era terrível. Acredito que me sentia assim por estar com os hormônios à flor da pele e tudo era motivo para mágoa e ressentimento. Mas passa, sempre passa! Graças a Deus!
A ajuda dela é e sempre será importante e nunca vou deixar de dar crédito a minha amada e idolatrada, salve salve mãe, por isso tudo, mas mal tinha um mês que meu filhote tinha nascido e ela já queria mandar em tudo que eu fazia e da forma que eu fazia.
Cansa, sabe?!
Por isso, queridas vovós, nos deixem aprender ser mães e cuidar dos nossos filhotes da forma que achamos mais conveniente (claro que ninguém vai matar a criança, né?). Do mesmo jeito que vocês aprenderam como ser mães, nós também queremos aprender e sofrer e chorar com todo esse universo novo. E isso é retirado do nosso meio como vamos aprender?
Claro, também não façam greve das vovós senão vocês quebram as pernas das suas filhas e noras!
Amamos tê-las por perto! Mães e sogras sempre serão bem-vindas na hora de ajudar a cuidar dos nossos filhos, principalmente na hora do cocô e do xixi...
Nada daquela velha história que é bonitinho, mas quando chora e faz cocô entrega para as mães.

Amamos vocês! E, mãe e sogrinha (todas as mães e sogras sintam-se incluídas aqui) amo vocês e obrigada pela paciência e amor empregado em cada sentimento e em cada bronca também!

Sim, eu sumi e voltei. (sou complicada)



Quem não lembra daquele post que fiz dizendo adeus para o Facebook? Sim, este aqui.
Só que fui movida pela vaidade e principalmente, pela curiosidade na vida alheia que acabei reativando aquela minha conta (infeliz ideia) do Facebook.
Antigamente eu era tão feliz no Facebook. Antigamente, leia-se época que o Orkut era famoso e meu o FB era conhecido só na Europa. Que época feliz! Todos meus contatos eram do intercâmbio e pronto!
Bom, voltei pra lá e só foi dizer que era contra X ou Y. Pronto. Fui taxada. Como assessora de comunicação da Prefeitura não posso emitir opinião. Ahh vá.
O Facebook ficou muito chato e campo minado. Ninguém pode mais emitir opinião.
E na boa, como eu sempre tive meu cantinho "Várias Anas". Vou continuar com ele e ser feliz.
Ainda mais agora.. que eu "não" posso ter opinião.
Aquela velha história: em boca fechada não entra mosquito.
Mais vale um Facebook fechado do que um Blog na mão.. srsrs

domingo, 7 de julho de 2013

Porque os homens traem?


Li um post: PORQUE OS HOMENS TRAEM?
Tive um "insight"... Vamos fazer uma analogia à paixão feminina por sapatos e o motivo deles traírem.
"Nós sempre queremos mais um sapato, por mais que estejamos com o armário lotado! Sempre tem aquele do dia-a-dia que é confortável, você pode confiar e saber que nunca vai te fazer um calo e que, principalmente, você AMA de paixão (namorada ou esposa); temos aquela sandália M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A que todas as suas primas e amigas querem emprestada, mas você não libera nem sob tortura (a ficante fixa gostosa pra caralho); daí, temos o oposto, você tem aquela sandália que é a Bavaria -alguém lembra dessa cerveja? - aquela, dos amigos, a amigas podem usar à vontade porque até que você gosta dela, mas só usa quando é necessário e não há sentimento de posse (periguete); algumas vezes, aparece na sua vida, uma sandália emprestada que só serve para uma coisa:fazer calo e te deixar descalça a noite todinha (a biscate que enrola o cara a noite toda e não dá pra ele); existe também aquele sapato scarpin que usamos para trabalhar, sabemos que dói demais passar mais do que duas horas com ele no pé, mas usamos mesmo assim para impressionar e mostrar elegância (a peguete gostosinha e inteligente do trabalho); temos ainda, a nossa rasteirinha que usamos em ocasiões informais, tipo: aquele churrasco da faculdade ou naquela festinha no final da tarde (gata do tipo: tava lá "de boa" e pegou a menina porque já estava na festa mesmo e não tinha mais nada para fazer, além de beber); e a rainha absoluta do sossego, as havainas que usamos para ir ao salão, compras, ficar em casa, visitar a tia, enfim... mas nesse caso, nem se amedronte, ele só quer ver futebol com os amigos ou jogar PS2!
Resumindo: os homens nunca terão só uma mulher porque querem variedade! Nós temos os sapatos e eles têm as bundas! Desde que o mundo é mundo! Se o cara for certinho demais, perfeito demais, desconfie, pois ele pode gostar de sapatos também! 
p.s. 1: essa reflexão não traduz em NADA minha atuação situação pessoal.. Ok?! rsrsrs
p.s.2: aprendi isso convivendo com meus amigos, ex-namorados e pesquisa de campo mesmo!

Ele está aqui neste momento..


"Eu não preciso mais me importar com o que pensam ao meu respeito. Me dou o direito de não responder quem me ofende, pois geralmente, os maus se confundem sozinhos. As feridas que sofri, embora estejam fechadas, de vez em quando latejam, mas elas não podem mais me fazer sangrar. Não preciso que acreditem em mim, não preciso de aprovação daqueles que são os primeiros a pular do barco se algo der errado. Não mais. O que vivo hoje não é nada fácil, mas aprendi a ver a beleza enquanto passo a noite escura, pois por mais que estrelas não sejam o caminho, elas iluminam a estrada. Tudo que me importa, tudo que realmente me interessa, é saber que Deus me conhece. Ele conhece não só o que vivo agora, mas Ele me aceitou com toda minha história e se preocupa com o meu futuro. Só Ele sabe das minhas ações, das minhas motivações e principalmente com minhas intenções em relação a tudo que faço. De onde Ele me olha agora, sei que posso deixar Seu coração feliz, só porque o meu está grato".
Cáh Morandi

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Descalce...



Insistir em algo que nunca dá certo é como calçar um sapato que não serve mais. Machuca, causa bolhas, às vezes até sangra.
Aí você percebe que o melhor é ficar descalço. Deixar totalmente livre o coração, enquanto vive. Deixar livre os pés, enquanto cresce. Porque quando a gente vai crescendo, o número muda. E o que você insistia em por, não lhe serve mais.´
Às vezes na vida, você tem que esquecer o que você quer, para começar a entender o que você realmente merece.

sábado, 8 de junho de 2013

Eu, refém do Facebook!


Ufa!
Agora eu tenho vida!
Exclui minha conta antiga do Facebook que misturava trabalho, vida acadêmica, vida pessoal e tudo mais em um lugar! Não deu em outra! Fui emitir uma opinião pessoal sobre um acontecimento aqui em Araguaína e respingou no meu trabalho! O presidente da instituição que eu afirmei que foi omissa no caso, simplesmente, veio falar com meu chefe! Ou seja, não posso mais emitir opinião! Viva a ditadura! Eba! Vivemos em uma democracia de fachada em que quem manda mesmo é quem tem dinheiro e pronto!
O lance é fechar os olhos para as mazelas da vida e achar tudo normal! Eu, formada em jornalismo, sendo cerceada de falar?! Isso é quase que um homicídio/suicídio! Enfim!
Mas como tenho familiares longe preciso manter contato e a forma mais eficaz e barata ainda é o Facebook! Por isso que criei um novo e-mail e uma nova conta nessa rede social! E foi a melhor coisa que fiz: separar trabalho da minha vida pessoal!
Antigamente eu tinha 1.300 "amigos" na rede e hoje não ultrapassarei os 70 (sem sombra de dúvida). Tirando que 50% são primos, tios e parentes que moram na BA, GO, SP e RS.. O restante são meus amigos que moram longe e que SIM podem saber da minha vida.
Eu me sentia refém do Facebook. Todo mundo de olho na minha vida e tinha medo até de colocar uma foto..O medo é real! E é óbvio que todo mundo que mistura as coisas acaba se phudendo.. como aconteceu comigo!
Temos que manter a máscara e a cara de pau de achar tudo normal. As pessoas podem falar mal uma das outras só não pode colocar no Facebook! Oras?! Facebook é uma sala de fofoca ampliada!!
Enfim. Estou feliz com minha nova decisão e não vou mais disseminar a inveja para meus "ex-amigos" de Facebook com minha viagens, meus amores, minha família, meus eventos e minha felicidade! Meus amigos sempre serão os mesmo e por mais que estejam longes não deixarão de ser! Esses que estão lá eu quero manter por perto PRA SEMPRE! Até porque eles mostraram interesse em continuar por perto! =D

quinta-feira, 23 de maio de 2013

"amor"


Hoje você jura amor eterno, amanhã não me olha nos olhos, semana que vem você encontrará um novo “amor” e provavelmente depois de chorar muito eu ficarei bem.
Hoje em dia “eu te amo” virou bom dia, boa tarde, bons sonhos ou até mesmo alô como vai? Desculpe-me a sinceridade, quem sabe a petulância, mas qual é o significado do amor? Prefiro não ouvir um “eu te amo” por toda a vida, do que ouvir um falso “eu te amo” todos os dias.
Eu espero amar alguém e sentir reciprocidade nisso, quero passear de mãos dadas quem sabe usar aliança de compromisso, mas sentir aquele frio na barriga, quero olhar nos olhos desse alguém e saber que ali há amor e que isso não precisa ser dito várias vezes ao dia. Eu não quero frases decoradas nem palavras repetidas, eu quero sinceridade. Mas vale um não agradável do que um sim falso. Atualmente tudo está tão monótono que uma prova de amor se resume numa atualização de status numa determinada rede social, expondo uma felicidade que não existe, ou melhor, um amor que não existe.
Tudo isso me faz crer que nasci no tempo errado. Queria ser do tempo em que uma serenata embaixo da janela era declaração de amor, que versos e poesias eram feitas descendentes de um sentimento real. Queria poder acreditar nas pessoas. Queria alguém que me convidasse pra jantar sem outras intenções e não aquele que avisa da balada do fim de semana, queria uma companhia agradável para ver um bom filme num sábado à noite. Eu queria mais simplicidade e menos aparência. Eu queria ouvir a melodia de uma música no violão vendo o pôr do sol, eu queria que o amor fosse o amor de antigamente.
Então eu acordei.

Mulhmann Karina

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Você em primeiro lugar...


Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
(Pedro Bial)

Parabéns Palmas!


Antes de "começar" o dia quero parabenizar minha querida Palmas. Apesar de não morar mais nessa cidade que aprendi a amar muito, só tenho a agradecer as pessoas que fazem nossa capital ser esse lugar mágico! Palmas me acolheu durante 10 anos e me ensinou a morar sozinha, ser mulher e ser uma boa profissional! Te amo Palmas! Parabéns pelos seus 24 aninhos! Sinto saudades das suas ruas largas, fazer caminhada na Praça dos Girassóis, comer paçoca e comprar capim dourado na Feira do Bosque, compras na Avenida JK, curtir um sol na praia do Prata e o maravilhoso pôr-do-sol da praia da Graciosa, levar um susto quando a lua cheia aparece do nada no alto da Serra, recarregar as energias nas cachoeiras de Taquaruçu, ser carregada pela ventania de agosto (e comer muita poeira também), beber uma gelada e comer espetinho nos quiosques espalhados pelas quadras, ir no Festejo de Santo Antonio e pedir todo ano para arrumar um casamento e nada, mendigar carona de madrugada para o aeroporto, pedalar até o Parque Cesamar, tomar uma torre de chopp com os amigos e claro, os amigos! Sem vocês, Palmas não teria graça nenhuma! Putz! Como eu amo Palmas! Amo e reforço: SAUDADE!

terça-feira, 23 de abril de 2013

E quando a saudade bate no peito...


Hoje é o dia da SAUDADE..

A gente segura, segura e segura. Deixa o tempo passar, mas o coração não aguenta.
Estou com saudade dos meus amigos. De todos que fiz nessa longa estrada da vida e em todos os momentos! Pessoal de Araguaína, PK, Palmas, Braga e tantos outros. Conversando com uma amiga que está do outro lado do mundo, alias, duas amigas, percebi que estou muito sozinha. E, por mais que muitos projetos apareceram na minha vida, nada mais me traz de volta as borboletas no estômago.
Ainda mais agora, depois que tive filho: ninguém me convida para nada e parece que sumi do mapa e só existo nas redes sociais.


domingo, 21 de abril de 2013

"Antes de ser Mãe"



"Antes de ser Mãe"

"Antes de ser mãe...eu fazia e comia os alimentos quentes.
Eu não tinhas roupas manchadas,
Eu tinha calmas conversas ao telefone.

Antes de ser mãe...eu dormia o quanto eu queria,
e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não esquecia de escovar os dentes e tão pouco os cabelos.

Antes de ser mãe... eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.

Antes de ser mãe....ninguém havia vomitado e feito xixi em mim,
me beliscado sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser mãe...eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.
...e eu dormia a noite toda!

Antes de ser mãe....eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer teste ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz, com uma simples risadinha
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.

Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisa tão pequenina pudesse mudar tanto minha vida.
Eu não imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.

Antes de ser mãe....eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não imaginava que alguém tão pequenino pudesse fazer-me tão importante e gigante"


*texto extraído da Internet

sexta-feira, 1 de março de 2013

Amamentar


Então.
Essa é a melhor parte de tudo!
Cansa, mas é tão bom. Ainda mais quando ele sente o meu cheiro! Tenho que sair correndo as vezes.. ele não dá sossego! Mamar e mamar!
E quando ele suga muito vermelho e fica meio vermelho?.. srsrs.. Bonitinho!
Meu filho é um bezerrinho e isso contribui e vem contribuindo para que eu perca os quilinhos à mais.
Já se foram 11 kg! Só faltam uns 6kg..
Claro que minhas ancas aumentaram! As calças de antes não passam nas coxas! kkkk
Isso é massa, mas aquela gordurinha da cintura não é legal.
Estou aguardando o retorno na médica para saber se posso ir para academia.
Queimar a barriguinha!
Agora, vamos ao assunto do post.
Eu tenho que ordenhar leite para o Pedro, pois voltei para as aulas do curso de Direito que são a noite.
Triste é que não consigo retirar mais que 100 ml por dia.. E ele vai precisar já na próxima semana uns 400 ml porque vou retomar meu trabalho na Câmara. Enfim, tá foda.
Comprei a bombinha, mas me adaptei melhor com a ordenha manual. Acho mais rápido.
A primeira semana amamentando o Pedro foi difícil. Sim, o bico do peito fica todo cortado!
Eu usei varias coisas para tentar cicatrizar, até apelei para a casca de mamão, não resolveu. O que resolveu mesmo foi passar o leite do meu peito e só! E claro, o tempo!! Porque tudo se resolve com o tempo até seio rachado! =P
Comprei o NAN Pro 1 (indicado pela pediatra) em caso de emergência, até porque eu tenho medo de não ter leite o suficiente para meu bezerrinho.. srsrsrs...
Agora, a pior parte de amamentar é o tal de colocar o bebê para arrotar. Que canseira!
Ele fica todo agoniado, sem ar, vermelho igual pimentão e até que enfim arrota..
Dá dó e falta a paciência, sim, esse é o termo.
Mas tem que ser. Não adianta.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Essa tal de maternidade... e outros sentimentos.


Sabe daquelas coisas que você tem dúvida e acredita que só acontecem contigo?
É, mas não acontecem.
É assim que me sinto todo dia cuidando do Pedro.
É uma insegurança, um desespero e daí resolvo olhar os sites especializados e pronto: tudo lá explicado. É Meio ridículo, mas é a vida.
Passaram-se 26 dias desde que meu pequeno nasceu e eu não aguento mais ficar em casa e acompanhar a programação da TV (aquela maravilha...).
Das coisas que preciso perguntar para a médica assim que voltar para consulta pós-parto são: posso dirigir? Poso depilar? Posso fazer sexo? Posso ter vida? Alowww... é muito ruim esse ‘retorno à vida de mulher’.. Não sou gestante.
Agora é voltar ser a Poliana de Maio? É isso? É! Sou eu sozinha nesse corpo. Minhas escolhas e consequências sentidas só por mim e pronto. Isso é estranho. Quase um ano sem ser EU...
Não que seja uma mudança muito radical até porque agora tem o Pedro e toda a responsabilidade de ser mãe, mas sabe quando o corpo é só seu de novo? Essa relação corpo e mente é doida. Simplesmente, D-O-I-D-A!
Tenho medo de não conseguir conciliar e falar em algum momento. Não quero falhar como mãe e nem como profissional. Sei que terei que abdicar de algo e tudo indica que esse algo é meu coração.
Nunca tive muita sorte com o amor mesmo. E agora não será diferente.
Não sei o que está acontecendo. Aliás, sei sim! Eu e o pai do Pedro não deveremos ficar juntos. Não porque eu não quero, mas por ele mesmo. A partir do momento que resolvemos ter o Pedro, deixamos de ser nós, um casal e se ele ficasse comigo, isso denotaria uma “família”, tudo que ele não quer. Não quer se prender a ninguém e foi phoda escutar que ele não me ama, que gosta, mas não ama.
Ok. Nunca esperei que alguém me amasse mesmo. Quer dizer, esperar a gente espera. Por isso que as vezes eu penso que posso amar qualquer um que me trate bem. Amo a forma de ser tratada, aquela bobagem de segurar na mão faz uma diferença do caralho para quem nunca teve isso.. Segurar a mão literalmente, poeticamente.. enfim, estar junto. Não sei o que é isso.
Eu tenho que me acostumar com isso porque nunca mais vamos ficar juntos. É rejeição? Não quero ser amiga dele. Não sei lidar com isso. Ser amiga de ex. Quer dizer.. Nós nunca tivemos nada assumido então ele não é meu ex. Na verdade, ele é meu NADA.
É assim que me sinto. E por sentir isso dá uma vontade de largar tudo e sumir no mundo. Estou exausta, carente e insegura, mas ninguém percebe isso.
Afundo meus pensamentos em trabalho e mais trabalho para maquiar todo esse sentimento de “cheguei no limite” e vou me escondendo, chorando por dentro e me matando ao poucos.
Não reclamo do Pedro ter chegado na minha vida até porque eu o quis desde o primeiro momento e nunca duvidei da alegria que ele seria na minha vida.
Espero que essa exaustão passe, que consiga trabalhar e estuda ainda mais, mesmo que abdique de gostar de alguém de novo. Estou sim, triste por ter percebido todo esse cenário só agora com relação aos “amores” que tive na vida.
Sei que, hoje posso afirmar só uma coisa: apesar de tudo, a melhor sensação do mundo ainda é sentir meu pequeno se aninhando nos meus braços após ser amamentado e aí sim, dormir tranquilamente ao lado da sua mãe: eu.

Sufoco..


É desabafo mesmo.
As vezes me sinto inútil!
Primeiro veio a cesárea que não me deixa fazer nada e depender dos outros para lavar até a fralda do meu filhote. E segundo, é mentalmente. Sim,  e a culpada é minhã mãe.
Não estou reclamando da ajuda dela, mas as vezes, sempre, na verdade, ela me trata como se eu tivesse 15 anos e não soubesse cuidar de uma criança.
OK. Eu nunca cuidei de uma criança, mas não vou matar e nem maltratar.
Poxa vida, é meu filho e eu tenho direito de cuidar dele e aprender cuidar dele.
Só isso que quero.
Os termos que ela usa para falar comigo só me colocam para baixo.
Tudo no imperativo como se eu não tivesse livre arbítrio e não fizesse minhas escolhas.
Isso é terrível.
A ajuda dela é importante e nunca vou deixar de dar crédito a ela por isso, mas mal tem um mês que Pedro nasceu e ela quer mandar em tudo que eu faço e da forma que eu faço.
Cansa.
Estou exausta disso tudo.
Dessa forma de tratamento..
Enfim.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Traje para casamento??!!


Nessa temporada de busca por roupa de casamento..
Eis que encontro a definição dos trajes e divido com vocês!
É útil e sempre será! Entenda quais são os tipos de trajes para festas de casamento e o que você deve usar em cada um deles.

Traje Esporte

É o tipo de traje mais simples, e significa que os convidados devem ir mais à vontade, mas com moderação, claro. As mulheres podem usar saia e blusa, vestido ou até mesmo calça comprida. E é recomendado usar sapato baixo, embora não seja errado usar uma sandália de salto alto (exceto se a festa for no campo, por exemplo). Já os homens podem optar por uma calça de sarja com camisa ou pólo. Não precisam usar gravata ou paletó, mas é recomendável um pouco de formalidade, evitando o tênis, por exemplo.

Traje Passeio, Passeio Informal, Tenue de Ville ou Esporte Fino

É uma produção mais caprichada, mas sem exageros. As mulheres podem usar um terninho elegante, um pretinho básico ou um vestido mais sofisticado. Os tecidos mais apropriados são as sedas, microfibras, jérseis, linhos e algodão, sem muito brilho. Os sapatos devem ser altos. Já os homens podem usar um blazer com calça ou ainda terno e gravata.

Passeio Completo, Passeio Formal, Traje Social ou Social Completo

Para ocasiões mais chiques e sérias, que exigem uma produção mais elegante por parte dos convidados. Mulheres devem usar vestidos ou tailleurs de tecidos finos, como crepes, sedas, musselines e bordados. As bolsas devem ser de festa, pequenas. E os sapatos, sempre altos. Se o evento acontecer de noite, use cores escuras. Já se for de dia, de preferência às clores claras. A maquiagem pode ganhar destaque, com olhos e lábios mais escuros. Para os homens, terno e gravata completo.

Black-tie, Rigor, Habillé, Tênue de Soirée

Não tem como fugir: neste tipo de traje, os homens obrigatoriamente devem usar smoking. As mulheres, vestidos longos e bem sofisticados. É o tipo de traje apropriado para uma festa de casamento glamourosa, que acontece à noite. Maquiagem e cabelo devem estar impecáveis. Jóias, brilhos e bordados também são bem-vindos.

Gala

Este tipo de traje também significa glamour, mas está um pouco em desuso. É recomendável que os homens usem casaca e as mulheres, vestido longo no melhor estilo.

Fonte: http://www.casamentoclick.com.br/report/tipos-trajes-para-festa-casamento.html

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Mãe de Menino


Ser mãe de menino é aprender a jogar bola, brincar de carrinho, peão e futebol de botão e pensar... Por que não fiz tudo isso na minha infância se é tão divertido? É aprender o nome de diferentes tipos de caminhões, carros, aviões e demais veículos. Conhecer todos os super-heróis pelo nome, uniforme e superpoderes. Ser camarada de monstros, lobos, vilões e demais seres fantásticos, é ser pirata, motorista, piloto de avião, super-herói e dinossauro. É assumir papel de herói ou vilão, e se preparar porque a cada dia tem uma nova emoção. Ter pique para jogar bola e correr e jogar bola e correr e correr e correr e correr e correr mais um pouco. Ser mãe de menino é sentir-se uma princesa protegida de monstros e bicho papão, pois tenho um príncipe valente que não me deixa na mão; é descobrir que a cor azul é tão linda quanto a rosa, é ganhar beijo na boca, ter a face acariciada e ser chamada de linda, muitas vezes ao dia. Ser mãe de menino é ouvir das pessoas que o sexo masculino é estúpido e mal educado e, provar com muito carinho que isso dependerá muito da educação que ele vai receber! Eu AMO ser mãe de menino!

(Autor desconhecido)

domingo, 27 de janeiro de 2013

E quando é que começamos ser Mãe?

Desabafo antes de dormir, acordar e ir receber o Pedro!


Amanhã cedo é o dia de receber meu filho nos braços...
Taí algo que nunca imaginei: um filho.
Ok. Imaginar a gente imagina, mas não desejava.
Hoje, não consigo não pensar na minha vida sem ele.
E, sinceramente, ela seria muito sem graça e sem propósito sem o Pedro.
Como a cesárea será amanhã, sim, será cesárea, pois já passou do período, já perdi líquido e o cordão já deu uma volta no pescoço do meu pequeno. Por isso, optamos pela cesárea. Eu não queria, preparei meu psicológico todo para ter parto normal e jamais passava por minha cabeça ter que fazer uma cirurgia.
Enfim, se for para o bem do meu filhote, faremos a cirurgia.
As pessoas me perguntam sobre a expectativa. Cara! Eu não consigo dormir há alguns dias e não consigo parar e pensar como será isso tudo.
Na verdade, dá sim, uma vontade enorme de chorar. Um medo infinito. Sensação de não vou conseguir. E uma súplica de "segura a minha mão e não solta mais por favor".
Ansiedade. Desespero. Insegurança. Alegria. Receio. Coração acelerado. Tremedeira. Suor frio.
E vem a célebre pergunta: Quando é que começamos a ser mãe?
Por mais que você carregue ele na barriga por 9 meses, não é a mesma coisa. Agora a semetinha se tornará algo palpável e ALI na sua frente! Isso é muita loucura!
Me tornei mãe, ou melhor, nos tornamos pais quando resolvemos em julho: é, mas ter esse filho? Não sei. não havia esse sentimento, como, desculpem-me, mas ainda não há! Ele mexe, revira e faz tudo, mas eu não me sinto mãe. E acredito que o pai dele também ainda não se sente pai. O que eu sinto é medo.
Um responsabilidade do caralho vem por aí.. um ser vivo, um pedaço meu e dele, que formou algo nosso e um amor incondicional (vamos descobrir o quê é isso agora) também. Pedro é fruto de algo muito bonito.
Ele não pode ficar o tempo todo aqui na barriga? Juro que já passei 9 meses com ele e já sei como cuidar: a posição que ele gosta que eu durma, os chutes, os soluços.. enfim. Já sei como cuidar dele dentro de mim. Agora fora.. Meu Deus me ajuda!
Dizem que ele será meu amor maior. Não duvido. Não duvido nunca.
Quero ser uma boa mãe: equilibrada, serena e justa.
Ai! Quero chorar!
E nem dá para pedir colo para minha mãe, porque eu também sou mãe.. (aliás, posso sim.. rsrs)
Fico pensando no que tenho que organizar do trabalho e tanta coisa pendente. Não consigo desligar.
Não consigo e pronto. Não gosto de deixar as pessoas na mão.
Se eu for pelo menos 80% mãe como sou com meu trabalho, coitado do Pedro.. mamãe grude!
Mas penso no trabalho para não pensar na chegada do Pedro. Deve ser isso..
Turbilhão de emoções.. um novo tempo começa agora.
De fato, de direito e de corpo presente! Meu filho nasce amanhã: 28 de janeiro de 2013.
E como será o rostinho dele? Olhos lindos do papai? Sorrisão da mamãe? Cabelos negros ou claros?
Só de imaginar aquele momento mágico em que a enfermeira traz ele para sentir o cheiro da mamãe sinto uma onda de amor intenso. Será que ele vai abrir os olhinhos? Vai continuar chorando quando chegar perto de mim? E amamentar?!! Vai doer que eu sei.. mas mãe suporta tudo né?
Não sei se estou preparada para ser mãe, a gente nunca sabe...
Sei que o pai dele (Otávio) também está com essas coisas todas na cabeça.
Nossas vidas não serão mais as mesmas...
Nosso pequeno está chegando para trazer felicidade e muito amor.. muito amor.
Isso eu ainda tenho certeza.
Ainda bem!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Aos dinossauros do Jornalismo tocantinense



Antes de tudo, respeito e admiro todos vocês, principalmente os que sabem do que estou falando. No Jornalismo devemos nos aperfeiçoar e continuar estudando SEMPRE! Ainda mais na era do Jornalismo 2.0. Bom relacionamento com os colegas de profissão e principalmente: trato, respeito pelo trabalho do outro e resiliência são conceitos que vamos descobrindo ao longo dos anos. Infelizmente, alguns desses colegas engessam e só aceitam "um certo padrão" ao dar noticiabilidade aos fatos, julgam, não sabem interpretar uma informação, colocam 'picuinhas' pessoais à frente do trabalho prestado para população. Sabe aquele juramento que fizemos no dia da Colação de Grau? Passar informação de qualidade, escutando todos os lados para a sociedade? Enfim... simplesmente se perdem porque não conseguem acompanhar o ritmo da informação e da NECESSIDADE da população por informação!