quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Eu, a malvada!

Sinceramente e abrindo o jogo: no campo profissional eu quero excelência, proatividade, produtividade e resultados. Sou e sempre fui cobrada por isso, e é por isso que sempre vou cobrar esses mesmos valores com quem quer que seja que trabalhe comigo.
Sei que existem pessoas que não possuem maturidade suficiente para entender isso e acreditam que eu sou falsa.
Vejam só que absurdo!
Um funcionário não cumpre horário, reclama o tempo todo do trabalho ( o que influencia os outros, obviamente), vive brincando e pior, faz brincadeiras e desrespeita s chefia constantemente. Ou seja, pediu para sair ou eu estou ficando louca? Passar a mão na cabeça e esperar que ele mude isso nunca.
Como as pessoas não conseguem separar profissional do pessoal!! Meu Deus! E ainda se acham insubstituíveis... Confesso que beirei essa insanidade no início dos meus 20 e poucos anos quando era estagiária e não me importava com nada. Falava o que bem queria, na frente de quem quer que fosse, inclusive chefia! Até que um belo dia chamaram minha atenção e juro que não foi legal. A partir daquele momento caiu a ficha e vi que não era assim que o mundo girava.
Enquanto o cara não se tocar que o buraco é mais embaixo. Ele não muda e não cresce.
E digo mais! Enquanto houver esse apadrinhamento exacerbado nas empresas ou repartições públicas, nada, nada mesmo vai para frente. Passar a mão na cabeça é fácil. Difícil mesmo e chamar atenção e mostrar o caminho.
A única coisa que posso dizer é: só lamento. Futuro até que ele tem, mas vai demorar um pouco descer do salto e assumir suas fraquezas. Coisas da juventude. Rompantes de jovens sonhadores.
Como eu disse e repito: não é assim que o mundo gira.

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