Procura ai...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

2 anos de vida nova...


Hoje, 28 de janeiro, é o dia que meu filhote completa "anos de vida" e eu, completo "anos de nova vida". E lá se foram 2 anos de aprendizado diário e em busca do melhor para ele. Todos os planos mudam, são focados e pensados de uma forma que Pedro não seja prejudicado.
Não sei muito o que dizer nesse meu aniversário de "maternidade". Por que o Dia das Mães, o meu dia das mãe, não é hoje e nem no segundo domingo de maio. O dia que senti que realmente eu era mãe e que me importava do fundo da minha alma com esse ser vivo foi um belo dia em que ele estava gripado, tinha apenas 1 mês de vida, nariz entupido e chorava porque não conseguir respirar direito.
Naquele dia senti um desespero enorme e não conseguia ajudar meu pequeno. Ali, naquele momento eu vi o que é a dor e a delícia de ser mãe e de viver essa nova vida. Você dá a vida por seu filho a qualquer hora e nenhum homem vai sentir isso (certo, alguns sim, outros não sabem o que estão perdendo).
Hoje e em qualquer outro 28 de janeiro, eu sentirei esse misto de emoções e uma vontade de viver para sempre. Ensinando meu Pedro ser um homem bom, honesto, simples e carinhoso com as pessoas. Essa é minha missão: ser mãe do Pedro. Não preciso ser perfeita, mas sim real, dar bronca quando for necessário, umas palmadinhas de vez em quando e muitos beijos, abraços, mordidas e cócegas para que ele saiba que a vida, apesar dos tropeços e pedras que ela coloca em nosso caminho, é feita de sorrisos e amor. Só isso.
Feliz aniversário Pedro! Feliz aniversário mãe do Pedro.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Sem glúten e sem lactose: minha vida por agora.



Minha vida deu uma mudada, com isso resolvi mudar até os hábitos alimentares. E deu certo!
Conversando com minha amiga Luciana que atualmente mora na França e é cheff de cozinha (dizem as más linguas que ela já foi jornalista por essas bandas do Tocantins) expliquei que sentia muita dor de cabeça e inchaço e acreditava isso ser motivado pela alimentação. Enfim, ela me convenceu trocar por uma semana pão por tapioca. 
Fiz. 
Resultado: nunca me senti tão leve e de bem com meu corpo. Não sinto inchaço, dor de cabeça, gases e nem tenho mais dificuldade em ir ao banheiro todos os dias. E sabe o melhor disso tudo? A barriga, aquela que todas nós mulheres ficamos possessas por ela ficar estufada, S-U-M-I-U. 
Tenho uma barriga normal agora e é maravilhoso me olhar no espelho e não ver o potinho.
É claro que se eu tivesse fazendo exercícios o resultado seria 3x maior, porém não tenho tempo. Sério. Não tenho tempo e não vou deixar de aproveitar meu filho para fazer exercícios. #prontofalei
Além de cortar o pão e consequentemente o glúten (cerveja, produtos industrializados, shoyu e etc) cortei a lactose. Jesus! Como é bom.. rsrsrs.. Meu filho criou uma resistência à lactose e eu compro o leite específico para ele (carooooo). Não bebo do leite dele, simplesmente cortei o leite. Como frutas, muita verdura e hortaliças na hor do almoço, sucos, café, mas leite não entra mais no meu cardápio. As vezes compro um queijo (porque amo demais) para comer com tapioca, mas é só comer que sinto o mal estar todo de novo.
Outra coisa que fiz foi diminuir a ingestão de carne vermelha e gordura (frituras e etc). Dei uma folga para meu estomago não sofrer tanto.. coitado. Já passou por algumas crises de gastrite nessa longa estrada da vida juvenil.
Não subi na balança, mas só de fechar o zíper da calça sem sentir que irei explodir já me deixa bem demais da conta.Acesso receitas que ensinam substituir a lactose e o glúten. Um aprendizado contínuo e bem gostoso.
É isso. Vou contando mais de coisinhas depois.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Transição de cachos - Desisti! O que me define?



Nesses últimos 3 meses, e com  virada do ano, pude pensar pensar na frase: o quê me define.
Tentei voltar os cachos. Fiquei 3 meses e meio sem fazer química, mas aquilo não estava me agradando.
fiz uma texturização com coquinhos para ver como eu me enxergava com cachos. Não me reconheci. Não era eu.
Para entender como os cachos influenciam a personalidade e a imagem que eu quero ter, fui olhar minhas fotos da época de faculdade, na qual eu tinha cachos e adivinha a constatação? Eu vivia de cabelo preso. Não, eu não gosto de volume. E sempre que fazia uma escova me identificava melhor com a pessoa que eu quero ser.
Cachos que deixou com ar jovial demais, não me passou segurança e nem firmeza. Não, não sou dos cachos. Definitivamente não.
Não que eu não tenha tentado, mas eu tenho que estar bem com o visual que me faz bem, não porque eu tenho que "aceitar de todas as maneiras" meu cabelo. Eu já sou grandinha o suficiente para saber o que eu gosto (ou não gosto) em mim.
Enfim, mudei de produto para relaxar e de cabeleleira. Descobrir que a antiga cabeleleira estava destruindo meu cabelo que é fino, mas tem bastante volume. Ela passava guanidina e depois a progressiva! Meu cabelo ficava elástico e sem brilho.
Sábado passado fiz o teste com esse novo produto (escova Indiana). Não precisei alisar o cabelo e só com a progressiva ele ficou brilhoso, relaxado e macio. Só que metade do cabelo ainda tem resquícios da guanidina e das luzes que eu fiz, daí o jeito é hidratar e hidratar, e claro, a boa e velha vitamina T-esoura!


Estou contente. Essa é a Poliana que eu gosto de ser e aparecer.
Sim. Eu faço minhas escolhas e uso da maneira que fica melhor e principalmente, a maneira que eu me sinta melhor.
É isso!
Essa sou eu.. a Poliana que eu gosto de ver! (a foto não vira!) rsrs





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